Indústria Magnum Capital compra maioria de capital na basca Itasa

Magnum Capital compra maioria de capital na basca Itasa

O fundo Magnum Capital adquiriu a Itasa, companhia produtora de papel siliconizado que exporta 85% da sua produção.
Magnum Capital compra maioria de capital na basca Itasa
Negócios 20 de dezembro de 2016 às 13:46
A Magnum Capital fechou a compra de uma participação maioritária na empresa basca Itasa que produz papel siliconizado.

Esta operação encaixa-se na estratégia do fundo de João Talone (na foto) de investir em empresas industriais de alta tecnologia na Península Ibérica e com elevado potencial de expansão internacional.

A notícia está a ser avançada esta terça-feira, 20 de Dezembro, pelo jornal espanhol El Confidencial.

O papel siliconizado tem várias finalidades desde as artes gráficas, telemóveis, material médico, componentes para a aviação ou higiene pessoal.

Apesar da Magnum ficar com a maioria do capital, as duas famílias fundadoras - Pagola e Arocena - mantêm-se no capital da empresa.

A Industrias de Transformación de Andoain (Itasa) foi fundada em 1974, exporta 85% da sua produção e conta com mais de 180 trabalhadores e tem sede em San Sebastián e tem três fábricas: em Espanha, Malásia e México.

O volume de negócio da companhia basca cresceu 35% desde 2012. Em 2015 facturou 60 milhões e espera atingir os 70 milhões este ano.

Para 2017, prevê uma facturação consolidada de 83 milhões de euros, e para 2018 quer superar os 90 milhões.

O fundo de João Talone bateu empresas como a Portobello, Alantra y Proa na corrida à Itasa. A Magnum Capital comprometeu-se a manter a actual equipa de gestores.

Entre os seus clientes, a Itasa conta, por exemplo, com um dos fornecedores da Airbus que usa papel siliconizado para produzir fibra de carbono.



A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 20.12.2016


ESTADO NÃO DEVE PAGAR REGABOFE DOS LADRÕES FP / CGA


PRINCÍPIO DA CONFIANÇA

Uma leitura cega do princípio da confiança implica, nos dias que correm, violar outros princípios: a justiça e a equidade inter-geracional.

Coloquem-se na pele de um trabalhador no activo: por que razão deve aceitar pagar pensões elevadas quando no seu tempo terá, na melhor das hipóteses, apenas uma reforma de sobrevivência?

Porque deve aceitar hoje sacrifícios extra, quando os pensionistas recusam toda e qualquer mudança?

Os pensionistas representam uma das camadas mais vulneráveis da população e, por isso, devem ser protegidos.
Porém, não são uma realidade homogénea.

Há pensionista que podem e devem dar um contributo mais significativo para ajudar a ultrapassar a crise financeira e económica.

É UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA E MORAL.

comentários mais recentes
Anónimo 20.12.2016


ESTADO NÃO DEVE PAGAR REGABOFE DOS LADRÕES FP / CGA


PRINCÍPIO DA CONFIANÇA

Uma leitura cega do princípio da confiança implica, nos dias que correm, violar outros princípios: a justiça e a equidade inter-geracional.

Coloquem-se na pele de um trabalhador no activo: por que razão deve aceitar pagar pensões elevadas quando no seu tempo terá, na melhor das hipóteses, apenas uma reforma de sobrevivência?

Porque deve aceitar hoje sacrifícios extra, quando os pensionistas recusam toda e qualquer mudança?

Os pensionistas representam uma das camadas mais vulneráveis da população e, por isso, devem ser protegidos.
Porém, não são uma realidade homogénea.

Há pensionista que podem e devem dar um contributo mais significativo para ajudar a ultrapassar a crise financeira e económica.

É UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA E MORAL.

pub
pub
pub
pub