Web Summit Manuel Caldeira Cabral: "Web Summit foi um acelerador de investimentos para Portugal"

Manuel Caldeira Cabral: "Web Summit foi um acelerador de investimentos para Portugal"

O ministro da Economia não tem dúvidas de que há impactos do Web Summit que não são mensuráveis. E, ainda que admita ser difícil dizer o que veio para Portugal por causa do evento, acredita que ajudou na sua captação.
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Alexandra Machado Rosário Lira 05 de novembro de 2017 às 12:00
O Web Summit arranca esta segunda-feira, 6 de Novembro, na sua segunda edição em Lisboa. Manuel Caldeira Cabral, ministro da Economia, garante que vai lá estar todos os dias.

E ainda que haja impactos do Web Summit que não sejam fáceis de calcular, assegura que o evento traz uma grande visibilidade para Portugal. "A percepção e a imagem do país mudou muito", afirmou, no programa Conversa Capital, que é transmitido este domingo pela Antena 1, e cuja entrevista é publicada no Negócios de segunda-feira.

O ministro da Economia garante, por outro lado, que os apoios públicos concedidos - 1,3 milhões por ano - ao Web Summit têm um retorno garantido.

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O ministro da Economia diz, por isso, estar empenhado para conseguir que o Web Summit fique em Portugal mais tempo do que os três anos já acordados. Até porque, admite, a empresa irlandesa está "extremamente satisfeita" em Portugal.



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comentários mais recentes
Invicta Há 2 semanas

Acho mais que é: muita parra e pouca uva.

Maria Há 2 semanas

Este também já aprendeu o estilo geringonço: por acaso, só por acaso, nenhuma empresa portuguesa foi um caso de sucesso após o evento. Nada, zero.

Anónimo Há 2 semanas

Seria bom verificar se esses investimentos acelerados dão para deixar de importar as 25 mil toneladas de sardinha que inportámos em 2016 para comer. Mais a carne de porco, o feijão verde, as laranjas e mais o resto que não produzimos e que importamos todos oa dias para comer.

Bruno Há 2 semanas

Desculpem, mas não posso aceitar enquanto cidadão que um governante venha dizer que faz investimento e não sabe quantificar o retorno do mesmo... Para isso existem estudos, sr. Ministro. Aqui demonstro a minha revolta com a incompetência generalizada na política em Portugal.

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