Banca & Finanças Marcelo e as comissões da Caixa: Recuperação exige sacrifícios que em geral se justificam

Marcelo e as comissões da Caixa: Recuperação exige sacrifícios que em geral se justificam

O Presidente da República argumentou que "a alternativa era ou deixar morrer a Caixa, o que era péssimo para a economia e para o país, ou fazer um esforço colectivo, partilhado por muitos" para que o banco público tivesse futuro.
Marcelo e as comissões da Caixa: Recuperação exige sacrifícios que em geral se justificam
Lusa 01 de fevereiro de 2018 às 18:50

O Presidente da República considerou hoje, questionado sobre o novo aumento de comissões cobradas pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), que a recuperação do banco público "exige sacrifícios" que "se justificam, em geral".

 

Marcelo Rebelo de Sousa, que falava aos jornalistas à margem da visita a uma associação, em Lisboa, não se pronunciou especificamente sobre a questão do aumento das comissões de manutenção de conta.

 

"Eu não me pronuncio sobre questões concretas, vejo só o panorama global", frisou.

 

O chefe de Estado referiu que "faz agora um ano, precisamente, que iniciou funções a nova administração da CGD, presidida por Paulo Macedo, "numa situação muito difícil".

 

No seu entender, este "tem sido um processo que tem corrido bem, mas é um processo de recuperação difícil, e que exige sacrifícios de vária natureza: sacrifícios aos contribuintes, em primeiro lugar, sacrifícios àqueles que, de uma forma ou de outra, têm uma ligação com essa instituição".

 

O Presidente da República argumentou que "a alternativa era ou deixar morrer a Caixa, o que era péssimo para a economia e para o país, ou fazer um esforço colectivo, partilhado por muitos" para que o banco público tivesse futuro.

 

"Portanto, no dia-a-dia, há desses sacrifícios, e ao longo deste ano, para não falar no período anterior, que se justificam, em geral", acrescentou.

 

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que foi feita uma escolha de modelo para a CGD, optando-se por um banco nacional, público e forte.

 

"Essa escolha está feita, o caminho tem de ser seguido. É um caminho com dificuldades, é. É um caminho que tem custos, tem. Mas é um caminho que é importante para a economia portuguesa", defendeu.

 

Segundo o Presidente, num primeiro momento, conseguiu-se garantir "a sobrevivência da instituição", e agora é preciso assegurar "o crescimento, a consolidação e o peso que é muito importante para a economia portuguesa". 




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mais votado alberto9 Há 3 semanas

Aos mais fracos o MARCELO oferece beijinhos, abraços e selfies, aos tubarões não se importa com os milhões que meteram ao bolso. Assim é muito facil agradar a tolos, mas estes já era tempo de abrirem os olhos e deixarem de o ser

comentários mais recentes
Desanimado Há 2 semanas

https://www.dn.pt/dinheiro/interior/comissoes-bancarias-tiram-cinco-milhoes-de-euros-por-dia-das-contas-dos-clientes-9091704.html

Não basta barafustar é preciso AGIR!!
https://www.deco.proteste.pt/campanhas/comissoesfora/

Anónimo Há 3 semanas

Isto é muito simples. Ou pagam os clientes da CGD ou pagam todos os contribuintes (a maior parte nem são clientes) através dos aumentos de capital. Os clientes da CGD têm bom remédio, podem mudar de conta para outro Banco que cobre menos.

Mr.Tuga Há 3 semanas

BOM SENSO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A CGD é publica!!!
Se quem a utiliza (e não é por obrigação!!) não pagar, adivinhem que paga ?!?!?!?

Pois....

alberto9 Há 3 semanas

Aos mais fracos o MARCELO oferece beijinhos, abraços e selfies, aos tubarões não se importa com os milhões que meteram ao bolso. Assim é muito facil agradar a tolos, mas estes já era tempo de abrirem os olhos e deixarem de o ser

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