Empresas Mário Ferreira acorda com sindicato integração dos trabalhadores no Monumental

Mário Ferreira acorda com sindicato integração dos trabalhadores no Monumental

O Sindicato da Construção celebrou um acordo com Mário Ferreira que garante a continuidade dos trabalhadores da Soares da Costa na empreitada do Monumental Palace Hotel. O empresário até está disponível para adiantar metade do primeiro salário.
Mário Ferreira acorda com sindicato integração dos trabalhadores no Monumental
Mário Ferreira e o presidente do Sindicato da Construção Albano Ribeiro selam o acordo para a continuidade dos trabalhadores na empreitada do Monumental Palace Hotel.
Rui Neves 09 de novembro de 2017 às 18:06

Depois de ter procedido à rescisão do contrato de construção do Monumental Palace Hotel, celebrado em 2015 com um agrupamento de empresas (ACE) liderado pela Soares da Costa, o grupo de Mário Ferreira "tomou conta da obra" e chegou esta quinta-feira, 9 de Novembro, a acordo com o sindicato do sector para a integração da centena de trabalhadores alocados à obra.

 

"A Monumental Palace Hotel, SA (MPH) e o Sindicato da Construção de Portugal fecharam esta tarde, no Porto, um acordo para propor aos trabalhadores da Soares da Costa, afectos à empreitada do Monumental Palace Hotel, a sua continuidade na obra, estando a MPH disponível para os integrar na empreitada, dentro do quadro legal em vigor e fora do âmbito do ACE", afirma a Mystic Invest, sociedade detida por Mário Ferreira e promotora do empreendimento, em comunicado.

Na reunião que selou o acordo entre as partes patronal e sindical, o empresário solicitou o apoio do sindicato, que é liderado por Albano Ribeiro, "em conseguir a integração de outros trabalhadores da Soares da Costa, que se encontrem inactivos ou suspensos, e até a um máximo de 50, para reforçar as equipas da empreitada, de forma a recuperar alguns dos atrasos verificados até à data".

 

O promotor do MPH acordou ainda com o sindicato, "de forma a ajudar os colaboradores a atenuar as suas dificuldades económicas resultantes dos meses de salários em atraso", a disponibilidade do dono da obra "em adiantar 50% do primeiro salário referente a esta nova fase da empreitada assim que os mesmos iniciem os trabalhos que serão retomados na próxima semana".

Face à situação vivida pelos trabalhadores afectos à construção do Monumental, que têm salários em atraso entre um e oito meses, a dona da obra considera que a sua proposta "permite solucionar um problema criado pela incapacidade de resposta da Soares da Costa às suas obrigações contratuais, com parceiros e colaboradores".

 

Uma solução negociada com o Sindicato da Construção de Portugal que, enfatiza a mesma fonte, "procura minimizar a frágil situação económico-financeira em que estes colaboradores e suas famílias se viram involuntariamente envolvidos, permitindo-lhes continuar a sua actividade laboral de forma condigna e com condições justas".

 

Bastante dura em relação à postura assumida pela líder da ACE que tinha a empreitada a seu cargo, a empresa liderada por Mário Ferreira sustenta que "só a não comparência da administração da Soares da Costa, na pessoa do seu CEO, impossibilitou de todo, precipitando a decisão que a MPH,SA acabou por ser forçada a tomar no passado domingo com a rescisão contratual". 

 



(Notícia actualizada às 18:21)




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Anónimo Há 1 semana

CARLOS MAIA E MIGUEL CUNHA....O que têm as acções dos CTT a ver com o Monumental Palace Hotel ???
Paspalhos que não sabem reivindicar os direitos!

General Ciresp Há 1 semana

Eu tambem ACORDEI estremunhado com o ladrar do cao por ter os policias de faxina a minha casa pela parte de dentro,tal nao volta acontecer porque vou por no imediato os policias da parte de fora.Que eu nao dorma ainda o menos,mas o meu cao acordar de noite por causa dos policias e uma ABERRACAO incr

Carlos Maia Há 1 semana

Caro Miguel Cunha, também já coloquei as minhas ações dos CTT à venda por 6,50€ até Janeiro de 2018. Não sei isto serve para alguma coisa, mas se todos fizerem o mesmo pode ser que dê algum resultado. Passem a mensagem, as redes sociais podem ser uma "arma nova" a favor dos pequenos acionistas.

Miguel Cunha Há 1 semana

Sugiro a todos os pequenos acionistas dos CTT (que representam cerca de 70% da estrutura acionista) que coloquem as suas ações à venda por um valor superior a 5,60€ durante os próximos meses, impedindo assim algumas "jogadas" pouco éticas que parecem estar a acontecer.

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