Telecomunicações Meo regista quebra do EBITDA de 5%

Meo regista quebra do EBITDA de 5%

As receitas da Meo quase não oscilaram no primeiro trimestre, enquanto o EBITDA ajustado registou uma queda de 5%.
Meo regista quebra do EBITDA de 5%
Miguel Baltazar/Negócios
Sara Antunes 11 de maio de 2017 às 08:18

A Meo terminou o primeiro trimestre do ano com receitas ajustadas de 573 milhões de euros, mais 0,2% do que há um ano, revelou esta quinta-feira, 11 de Maio, a Altice no seu comunicado de apresentação dos resultados trimestrais. Estes valores excluem impactos regulatórios.

 

Portugal surge assim como o país onde as receitas menos cresceram no período em análise, em que os EUA estiveram em destaque, com um aumento de receitas de 7,4%. No período em análise, a Altice terminou com um EBITDA ajustado de 2,2 mil milhões de euros, mais 9,5% do que há um ano, e receitas no valor de 5,9 mil milhões de euros, mais 3,2% do que nos primeiros três meses de 2016.

 

A contribuir para o aumento do volume de negócios da Meo esteve o segmento de particulares (B2C), cujas receitas cresceram 0,3% para 317 milhões de euros, dos quais 176 milhões derivados do segmento fixo e 141 do móvel. Pelo contrário, as  receitas do do segmento empresarial (B2B) caíram 3,4% para 155 milhões de euros.

No que respeita ao EBITDA ajustado, a Meo fechou Março com 263 milhões de euros, menos 5,1% do que no primeiro trimestre de 2016. Ao mesmo tempo que a margem de EBITDA caiu 2,6 pontos base para 45,9%. Apesar desta queda, a margem de EBITDA da Meo é até superior às restantes unidades, bem como ao valor total do grupo (37,8%).

A Altice adianta no mesmo comunicado que o crescimento da fibra "continua a acelerar" com 31 mil adições líquidas no primeiro trimestre do ano, num período em que a "expansão da rede de fibra acelerou".

 

A PT Portugal, liderada por Paulo Neves (na foto) adianta que terminou o primeiro trimestre com 509 mil clientes, o "que espelha a aposta da empresa na implementação de fibra óptica em todo o país com o objectivo de abranger 5,3 milhões de casas em 2020".


Já as receitas por cliente (ARPU) deste segmento situaram-se em 40,1 euros, um recuo face aos 41,1 euros registados no período homólogo.

No móvel, no final do período em análise, a Meo tinha 6,1 milhões de clientes, um aumento de 0,2%, impulsionado pelo segmento pré-pago tendo em conta que no pós-pago perdeu 15 mil clientes.


O ARPU deste segmento também decresceu de 6,9 euros para 6,7 euros.

(Notícia actualizada às 13:02 com mais informação)




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comentários mais recentes
Anónimo 11.05.2017

É dito que a MEO terminou com receitas 573 contribuição do B2C 317 e do B2B de 155 M€. Ora, a soma dos 2 últimos não é igual a 573. É receita sem impacte regul. Qual foi afinal o impacte reg. 10 M€? 20 M€? Existe EBITDA. Mas houve Lucro ou Prejuízo?apresentação de resultados sem resultados!

carlos 11.05.2017

nao me admira pois omeu filho fez um contracto com a meo mandaram mensagem a marcar dia e hora e depois disseram que nao podiam aceitar pois andavam com melhoramentos na linha coisa mais esquesita

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