Transportes Ministro do Ambiente: Metro de Lisboa não tem falta de maquinistas mas de composições  

Ministro do Ambiente: Metro de Lisboa não tem falta de maquinistas mas de composições  

O ministro do Ambiente adiantou esta quarta-feira no Parlamento que as empresas de transporte público de Lisboa e Porto recuperaram 23 milhões de passageiros em 2017. Matos Fernandes adiantou que em Maio o Metro de Lisboa terá o número de composições de que precisa.
Ministro do Ambiente: Metro de Lisboa não tem falta de maquinistas mas de composições   
Bruno Simão/Negócios
Maria João Babo 14 de fevereiro de 2018 às 11:26

O ministro do Ambiente sublinhou esta quarta-feira no Parlamento que o Metro de Lisboa "não tem um problema de maquinistas, mas de composições".

 

Matos Fernandes frisou que foram admitidos 20 maquinistas, estando já 10 na empresa e outros 10 em formação. 

 

Já relativamente às composições, admitiu que faltam ainda 29 unidades triplas (UT), mas que em Maio será atingido o número de que o metro necessita.

 

"Reconhecemos que temos tido dificuldade na operação", disse o ministro na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, garantindo no entanto que tempos de espera "de meia hora não existem".

 

O responsável admitiu também que relativamente às escadas rolantes há três pontos fracos – Cais Sodré, Rato e Baixa Chiado –, mas que "estão hoje muito melhor do que no passado recente".

 

Matos Fernandes recordou ainda aos deputados que as empresas de transporte público perderam 100 milhões de passageiros em quatro anos, adiantando que em 2017 foram recuperados 23 milhões de passageiros. Um número que representa o aumento da procura nos metros de Lisboa e Porto, Carris, STCP e Transtejo/Soflusa.

 

Relativamente à Transtejo/Soflusa, o ministro disse que estão a ser recuperados navios e pontões, sendo a sua expectativa de em Abril abrir concurso para a renovação de uma parte da frota.

Quanto ao aumento do preço dos transportes este ano, Matos Fernandes adiantou que nas áreas metropolitanas essa subida foi de 1,6% e no conjunto do país de 2%.




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comentários mais recentes
Beruno Há 1 semana

claro que tem falta de maquinistas, eles so querem trabalhar 4 horas por dia, 4 dias por semana. fora as baixas medicas por causa de unhas encravadas ou duma gripezita. e a fectrans sempre a apoiar este tipo de "direitos"

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