Banca & Finanças Montepio sob OPA para só ter accionistas da economia social
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Montepio sob OPA para só ter accionistas da economia social

O objectivo da OPA ao Montepio é garantir que a instituição venha a ser detida só por entidades que “não são orientadas pela obtenção do lucro”. Santa Casa vai entrar, mas ainda não se sabe a que preço.
Montepio sob OPA para só ter accionistas da economia social
Pedro Elias

A oferta pública de aquisição (OPA) sobre o Montepio tem como objectivo garantir que a caixa económica passa a ser detida apenas por entidades que "obedeçam a estímulos que não são orientados pela )

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado JCG Há 4 dias

2/2-Mutualista (acionistas em que os indivíduos que representam o capital nas AG’s não puseram lá capital nenhum e que normalmente até têm outros interesses por vezes conflituantes), sejam os acionistas mais convenientes na ação de fiscalização interna da gestão do banco, fiscalização efetiva e competente de que o banco Montepio muito carece.
Mas, pelo que vejo, muita gente continua a preferir manter as águas turvas que é onde gosta mais de pescar. Acho que o banco Montepio precisa de acionistas que participem nas AG’s para defenderem preferencialmente a boa gestão do capital que lá investiram. E se a ideia é alargar o capital do banco a outros investidores, então acho que por lei, e para manter o estatuto de Caixa bancária, o que devia ser estipulado é que uma maioria confortável de capital, por exemplo uns 60%, teria de ser mantida pela Ass Mutualista, podendo os restantes 40% ser detidos por qualquer outro investidor, excluindo bancos e acionistas relevantes de bancos.

comentários mais recentes
JCG Há 4 dias

entidades que “não são orientadas pela obtenção do lucro”... acho piada a esta ladaínha... tantos pruridos em remunerar os capitais mas depois vai-se ver e uma parte cada vez maior dos proveitos é distribuída pelos grupos que se instalam no poder e seus amigos e relacionados.

JCG Há 4 dias

1/2-As operações que vêm sendo anunciados no âmbito do banco Montepio e os comentários e opiniões a seu propósito parecem-me uma enorme trapalhada. Infelizmente, em Portugal não se aprofunda nada, a não ser o jogo do pontapé na bola.
Mas acho bem que o Montepio-Ass Mutualista recompre as unidades de participação do banco ao ser valor nominal.
A ideia de o banco só poder ou dever ter por outros acionistas, para além do Montepio-Ass Mutualista, instituições da economia social parece-me uma ideia bizarra e até inconveniente, por duas razões:
1ª Não me parece que IPSS ou similares se devam transformem em investidores em bancos, ou seja, que desviem recursos – que normalmente são muito escassos - da sua atividade própria para investirem em ações; se tiverem excedentes pontuais de tesouraria, os mesmos devem ser aplicados com as maiores cautelas para evitar perdas;
2ª Também não me parece que outros investidores no banco Montepio com a natureza de ACIONISTAS DIFUSOS, como já é a Ass

JCG Há 4 dias

2/2-Mutualista (acionistas em que os indivíduos que representam o capital nas AG’s não puseram lá capital nenhum e que normalmente até têm outros interesses por vezes conflituantes), sejam os acionistas mais convenientes na ação de fiscalização interna da gestão do banco, fiscalização efetiva e competente de que o banco Montepio muito carece.
Mas, pelo que vejo, muita gente continua a preferir manter as águas turvas que é onde gosta mais de pescar. Acho que o banco Montepio precisa de acionistas que participem nas AG’s para defenderem preferencialmente a boa gestão do capital que lá investiram. E se a ideia é alargar o capital do banco a outros investidores, então acho que por lei, e para manter o estatuto de Caixa bancária, o que devia ser estipulado é que uma maioria confortável de capital, por exemplo uns 60%, teria de ser mantida pela Ass Mutualista, podendo os restantes 40% ser detidos por qualquer outro investidor, excluindo bancos e acionistas relevantes de bancos.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub