Construção Mota-Engil assina novo contrato em Moçambique em Abril

Mota-Engil assina novo contrato em Moçambique em Abril

A Thai Mozambique Logistics, que detém 60% do projecto, revelou que 30% do financiamento será feito “por accionistas e o restante por terceiros”. A China National Complete Engineering é a parceira da Mota-Engil na obra.
Mota-Engil assina novo contrato em Moçambique em Abril
Bruno Simão
Sara Ribeiro 15 de março de 2017 às 10:13

O presidente executivo da Thai Mozambique Logistics (TML), José Pires da Fonseca, confirmou que o contrato no valor de 2,3 mil milhões de dólares (2,16 mil milhões de euros à cotação actual) para a construção da linha férrea a partir de Moatize até Sopinho, incluindo o porto de águas profundas de Macuse, foi adjudicado à Mota-Engil e à China National Complete Engineering Corp.

O contrato para o arranque do projecto, que é detido em 60% pela TML, deverá ser assinado com a empresa liderada por Gonçalo Moura Martins (na foto) no próximo mês, revelou o responsável à Bloomberg.

O custo total das obras, que também incluem a construção de um porto de águas profundas poderá subir para 3,5 mil milhões de dólares (cerca de 3,2 mil milhões de euros), um valor que inclui os custos com pessoal e máquinas, acrescentou.

Quanto ao financiamento, José Pires da Fonseca detalhou que "não tem garantias soberanas" e "30% do trabalho será financiado pelos accionistas e o restante por terceiros ". A Standard Chartered Plc será o assessor financeiro.

O arranque da construção da linha ferroviária, da cidade de Moatize, na província de Tete, para Macuse, província da Zambézia, deve arrancar em 2018 e deverá ter a duração de três anos, segundo José Pires da Fonseca.

Os títulos da Mota Engil somam 1,13% para 1,79 euros.




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comentários mais recentes
José Pereira Há 1 semana

Mota e chineses, cheira-me a acordos estranhos, por aqui os chineses levam caro, constroem mal, e sabemos todos que os decisores ficam ricos...
O Pires da Fonseca é o mesmo que trabalhou na Mota-Engil na Takargo, curioso, cheira-me a outro acordo...

Anónimo Há 1 semana

negócios com Países falidos, se fosse coisa boa os chinocas tinham apanhado a empreitada, quem é que garante este investimento,? quando é que vão receber , daqui por 50 anos, será que não aprenderam com a situação de Angola ?

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