Desporto Na SAD do Benfica, tudo fica praticamente na mesma até 2020

Na SAD do Benfica, tudo fica praticamente na mesma até 2020

O clube das águias propõe Luís Filipe Vieira como presidente da SAD do Benfica por mais quatro anos. Na administração, há apenas uma mudanças mas o conselho fiscal, a mesa e o auditor são os mesmos. A política de remunerações também se mantém.
Na SAD do Benfica, tudo fica praticamente na mesma até 2020
Pedro Ferreira/Record
Diogo Cavaleiro 09 de novembro de 2016 às 16:47

As propostas do Benfica clube mantêm praticamente tudo igual nos órgãos da sociedade anónima desportiva (SAD) encarnada. Luís Filipe Vieira, que foi reeleito no clube no final de Outubro, é o presidente proposto para ser aprovado na assembleia-geral da SAD das águias a realizar-se a 30 de Novembro, assinalam comunicados à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). 

 

Com a aprovação pelos accionistas à proposta do clube (que detém 67% da SAD), Luís Filipe Vieira continua na presidência da sociedade até 2020, onde se encontra desde 2002. No conselho, continua a contar com Domingos Oliveira, Rui Costa e José Eduardo Moniz como seus vogais. A única mudança é a entrada de Nuno Gaioso, vice-presidente do clube, para administrador. Rui Cunha está de saída.

 

O conselho fiscal, encabeçado por Rui Gomes, permanece igual segundo as propostas das águias para a assembleia-geral. Álvaro Dâmaso segue mais quatro anos na presidência da assembleia.

 

A PwC, que iniciou funções de revisor oficial de contas e auditor externo da SAD em 2014 substituindo a KPMG, tem agora mandato até 2020 se for eleita na assembleia-geral. 

 

Uma das propostas inscritas na convocatória é a da política de remunerações da administração, que é praticamente igual à que está já em vigor, nomeadamente prevendo que a componente variável das remunerações seja no máximo de 40% da remuneração total anual. O único acrescento à política é: "Não existe qualquer regime complementar de pensões ou de reforma antecipada a favor dos membros dos órgãos de administração ou dos demais órgãos sociais". 

A SAD encarnada está nas mãos do clube, 67%, sendo que o Novo Banco é o segundo maior accionista, com quase 8%. José Guilherme, o construtor civil acusado de dar 14 milhões de euros a Ricardo Salgado, tem 3,73% do capital. A Somague e a Olivedesportos têm participações qualificadas. 




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