Media Não há marca que resista no sector das comunicações
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Não há marca que resista no sector das comunicações

As telecomunicações lideram os processos de "rebranding" em Portugal, mas o impacto da mudança para os consumidores é atenuado pelos contratos de fidelização. Especialistas acreditam que o fim da Meo vai obrigar a Nos e a Vodafone a atacar.
Não há marca que resista no sector das comunicações
Bloomberg
Sara Ribeiro 02 de junho de 2017 às 00:01

Meo. Nos. Vodafone. Nowo. Estes são os actuais operadores de telecomunicações a actuar em Portugal. Mas nenhum mantém a marca de origem.

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comentários mais recentes
Juca 02.06.2017

"rebranding" parece derivar de brandy; se assim for, vai conduzir a fortes bebedeiras e os utilizadores falarão muito mais.

Anónimo 01.06.2017

A ANACOM PARECE FAZER CONLUIO COM AS OPERADORAS. OS CONSUMIDORES NÃO TÊM NINGUÉM QUE OS PROTEJA A SÉRIO E ACABAM POR DESISTIR POR CANSAÇO, QUE É ISSO MESMO QUE AS OPERADORAS QUEREM. A ANACOM É A PRINCIPAL CULPADA DO ACTUAL ESTADO DAS TELECOMUNICAÇÕES, POR INÉRCIA E CONLUIO.

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