Indústria Navigator vira-se para a Galiza para assegurar madeira
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Navigator vira-se para a Galiza para assegurar madeira

Com a legislação que impõe um travão ao eucalipto, o grupo liderado por Diogo da Silveira quer ter mais área em Espanha e menos em Portugal. A Navigator está a olhar para a Galiza como base para ter outras fontes de floresta e de madeira.
Navigator vira-se para a Galiza para assegurar madeira
Correio da Manhã
Maria João Babo 03 de agosto de 2017 às 23:10

As novas regras aprovadas para o eucalipto levaram a The Navigator Company (designação adoptada pela Portucel) "a olhar para outras fontes de floresta e de madeira fora de Portugal, diferentes das que hoje utiliza", o que pode passar

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mais votado Anónimo 04.08.2017

Implementem um verdadeiro acordo de comércio livre e veremos o que é que a Navigator será capaz de fazer no mercado. Por enquanto é beneficiária de subsídios, isenções e proteccionismo tornando os consumidores portugueses em vitimas dos preços artificialmente elevados e os contribuintes em vitimas de extorsão fiscal continuada...

comentários mais recentes
Anónimo 17.08.2017

E que tal colocar os proprietários de eucaliptais a pagarem os custos do combate aos incêndios nos seus terrenos? Eu só tenho de pagar os incêndios dos parques naturais ou sou eu na cidade que estou a pagar este serviço com os meus impostos nos terrenos deles? GRANDE NEGÓCIO!!! Eles lucram e eu pago

cincoassim 15.08.2017

No ano em que houve alterações ao plantio do eucalipto, é o ano em que há mais fogos. Coincidência? Olhe que não, olhe que não, Sr. Dr.

Anónimo 07.08.2017

Para além de certas empresas não bancárias do regime, existe lá malta mais subsidiada do que os funcionários vitalícios da Função Pública que não são lá precisos para nada ou do que os bancários resgatados semana sim semana não? Ganhem juízo e deixem de extorquir quem é sério e honesto. Dívida pública excessiva, fora de controlo, e tributação agravada, terrorista, têm sempre os mesmos destinatários, mas a factura é paga pelo Estado insustentável, pela economia cada vez menos competitiva e pela sociedade iníqua em que vivemos.

Anónimo 05.08.2017

A falta de organização florestal é o que está em causa, não são as plantas.
A protecção Civil e pessoas que a representam não tem formação, se não vejamos á poucos anos atrás existiam os Guardas Florestais conhecedores de todas as areas onde estavam destacados, logo menos incendios

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