Energia Novas medidas do Governo para limitar preços de energia podem impactar a REN

Novas medidas do Governo para limitar preços de energia podem impactar a REN

A empresa liderada por Rodrigo Costa alerta que o Governo pode vir a aprovar medidas que venham a ter impacto na sua operação.
Novas medidas do Governo para limitar preços de energia podem impactar a REN
André Cabrita-Mendes 17 de novembro de 2017 às 23:47
A REN considera que novas medidas que venham a ser aprovadas pelo Governo para o sector energético podem vir a impactar a sua operação.

"Como parte da evolução do seu orçamento, o Governo pode vir a implementar medidas para reduzir os custos do setor da energia", diz a REN no seu prospecto para o aumento de capital divulgado na quinta-feira. "Tais medidas poderão afectar adversa e significativamente a actividade, a situação financeira e os resultados operacionais da REN".

No prospecto do aumento de capital, a empresa liderada por Rodrigo Costa destaca que este impacto é apenas uma hipótese. A transportadora de electricidade e de gás natural destaca que as tarifas da REN têm uma "reduzida proporção" no "custo final de energia para os consumidores", e também que os seus investimentos têm "um impacto insignificante" nas "tarifas em termos globais".

Analisando outros riscos, a REN avisa que "pode não conseguir executar com sucesso a sua estratégia de negócio, designadamente caso existam atrasos na aprovação de planos de investimento".

A companhia destaca que a "prática recente demonstra que têm existido atrasos no cumprimento de alguns prazos estabelecidos na legislação relevante".

E explica quais as consequências de atrasos nas aprovações dos planos. "O risco de atrasos na aprovação de planos de investimento (...) causar atrasos significativos na aprovação dos projetos, na construção de novas infraestruturas, implicar a não construção de infraestruturas previstas e, no caso da eletricidade, eventuais perdas significativas em investimentos que a REN já tenha realizado, afectando, assim, adversa e significativamente, a capacidadede implementação da estratégia empresarial, a situação financeira e os resultados operacionais da REN".




A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado chulistas Há 3 semanas

Estamos desgovernados por um governo de idiotas que insistem atacar em todas as frentes disponíveis as fontes geradoras de riqueza deste país: as empresas.
Não se consegue entender que raio de plano é este... mas consegue-se perceber uma coisa: as empresas privadas irão contribuir mais para o Estado do que quando eram empresas públicas... Serão sugados os seus lucros em impostos, taxas e taxinhas por esta cambada de Xuxalistas, ou melhor, chulistas...

comentários mais recentes
chulistas Há 3 semanas

Estamos desgovernados por um governo de idiotas que insistem atacar em todas as frentes disponíveis as fontes geradoras de riqueza deste país: as empresas.
Não se consegue entender que raio de plano é este... mas consegue-se perceber uma coisa: as empresas privadas irão contribuir mais para o Estado do que quando eram empresas públicas... Serão sugados os seus lucros em impostos, taxas e taxinhas por esta cambada de Xuxalistas, ou melhor, chulistas...

pub