Banca & Finanças Novo ano lunar da China começa com menos exigências para os maiores bancos

Novo ano lunar da China começa com menos exigências para os maiores bancos

O regulador chinês vai dar uma folga aos cinco maiores bancos antes do novo ano, um período normalmente marcado por forte procura por levantamentos, o que costuma conduzir a fortes injecções por parte das autoridades.
Novo ano lunar da China começa com menos exigências para os maiores bancos
Diogo Cavaleiro 20 de janeiro de 2017 às 07:48

O regulador chinês decidiu dar uma folga temporária aos cinco anos bancos na entrada do novo ano lunar. As maiores instituições financeiras do país vão poder ter reservas de liquidez mais baixas do que as normalmente exigidas, segundo avança a Reuters.

 

O Banco Popular da China, o regulador, cortou o rácio que mede a reserva de liquidez mínima exigida em um ponto percentual, fixando-se em 16%, para os principais bancos. Na prática, estas entidades podem ter menos dinheiro nestas reservas do que aquele a que normalmente são obrigadas.


A reserva que estava em vigor para os cinco maiores bancos, estagnada há cerca de um ano, era de 17%. Commercial Bank of China, China Construction Bank, Bank of China, Bank of Communications e Agricultural Bank of China são as instituições visadas.

 

A decisão é apenas temporária, já que está relacionada apenas com a entrada no novo ano lunar, período em que há uma maior corrida a levantamentos de dinheiro o que costuma obrigar, indica a Reuters, a injecções de fundos por parte do regulador. Com menores exigências relativamente a estas reservas, menores as injecções de liquidez necessárias.

 

O novo ano lunar iniciar-se a 27 de Janeiro mas estende-se até 2 de Fevereiro e há receios de que, com as celebrações agendadas para a passagem do mês, possam haver dificuldades no pagamento por parte das empresas ao mesmo tempo que há a referida maior procura por parte dos consumidores. 

 


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