Banca & Finanças Novo Banco coloca 385,6 milhões de euros em créditos titularizados

Novo Banco coloca 385,6 milhões de euros em créditos titularizados

O Novo Banco dispersou por investidores institucionais obrigações de um veículo com direitos de créditos a PME. O valor ascende a 385,6 milhões de euros, em linha com aquilo que tinha previsto.
Novo Banco coloca 385,6 milhões de euros em créditos titularizados
Miguel Baltazar/Negócios
Diogo Cavaleiro 18 de Novembro de 2016 às 20:12

O Novo Banco agregou créditos concedidos a pequenas e médias empresas num veículo. Agora, colocou obrigações desse veículo no valor de 385,6 milhões de euros em investidores institucionais.

 

"O Novo Banco, S.A. colocou com êxito junto de investidores institucionais a totalidade das obrigações de classe A no montante de 385,6 milhões de euros. A operação foi aprovada pela CMVM e a liquidação financeira ocorrerá no dia 22 de Novembro", indica um comunicado da instituição financeira.

 

Quando anunciou a operação, a 7 de Novembro, a instituição financeira liderada por António Ramalho indicava que a transacção seria no valor global de 725 milhões de euros. Cerca de 385 milhões seriam "pré-colocadas", nos referidos investidores institucionais, enquanto as restantes tranches de obrigações ficariam "retidas pelo Novo Banco".

 

A operação de securitização de direitos de crédito sobre PME, encabeçado pelo Deutsche Bank e pelo JP Morgan, "insere-se nas prioridades de gestão integrada da sua actividade de crédito a pequenas e médias empresas, mercado onde tem uma quota superior a 20%, e a colocação demonstra confiança do mercado internacional neste tipo de créditos a empresas portuguesas".

Esta é a terceira operação de securitização de direitos de crédito sobre PME, lembra a instituição financeira que, nos primeiros nove meses do ano (e apesar do lucro trimestral), apresentou prejuízos de 359 milhões de euros. 


 




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comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

O Novo Banco, S.A./BES colocou COM ÊXITO, junto de investidores não qualificados, a totalidade do papel comercial das empresas do banco, de forma particular, alegando ser do banco, no montante de mais de 385,6 milhões de euros. A operação foi aprovada pela CMVM e pelo Banco de Portugal. JUSTIÇA

Anónimo Há 2 semanas

O salgado capela deixou uma cruz a traz que dificilmente sera levada a bom porto.Este banco teve um erro imperdoavel:nao soube salvar-se ao nao ter barrado o mal aos emigrantes neste jogo SUJO.Esquecendo-se porem que o mal foi(esta)a ser contagioso a todos os bancos que operam em portorgal.

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