Banca & Finanças Novo interessado no Novo Banco não chega a tempo deste jogo
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Novo interessado no Novo Banco não chega a tempo deste jogo

A Axia Ventures pretende participar numa solução para o Novo Banco, mas não vem a tempo de fazer uma oferta firme. Boutique financeira com sede no Chipre pode vir a ser plano de recurso se as cinco ofertas esperadas até às 17:00 não satisfizerem.
Novo interessado no Novo Banco não chega a tempo deste jogo
Bruno Simão/Negócios
Maria João Gago 04 de Novembro de 2016 às 00:01

Há um novo interessado em promover uma solução accionista para o Novo Banco, a Axia Ventures Group, sabe o Negócios. A boutique financeira com sede no Chipre, não chega, contudo, a tempo de poder ir a jogo no processo

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 3 dias


Há anos que a CGA está falida

Há anos que a CGA está falida e só se aguenta porque os otários, isto é, os que pagam impostos, tem pago as pensões destes aposentados.
E porque é que estamos assim? Porque durante anos nunca houve interesse na convergência entre público e privado. E tenha-se presente que o trabalhador do público nunca descontou para a reforma que vai auferir. Um exemplo público/privado:
Ano de admissão 1990 - ordenado 100
desconto SS privado 11% trab
Estado - 10% trabalhador (só recentemente 11%)
Reforma ( até às mais recentes alterações):
40 anos serviço/ 65 anos no privado
36 anos serviço no público.
Período garantia para acesso a uma pensão:
Privado 15
Estado 5.
E por aí fora.
Pergunta-se quem merecia a melhor reforma?
Os distraídos responderiam que atendendo à carreira contributiva seria o trabalhador do privado, mas a realidade é bem diferente, quem menos contribuiu é que vai ter melhor pensão.

comentários mais recentes
beatrice.schiessle Há 4 semanas

os jornalistas portugueses nem escrever sabèm

Anónimo Há 3 dias


Há anos que a CGA está falida

Há anos que a CGA está falida e só se aguenta porque os otários, isto é, os que pagam impostos, tem pago as pensões destes aposentados.
E porque é que estamos assim? Porque durante anos nunca houve interesse na convergência entre público e privado. E tenha-se presente que o trabalhador do público nunca descontou para a reforma que vai auferir. Um exemplo público/privado:
Ano de admissão 1990 - ordenado 100
desconto SS privado 11% trab
Estado - 10% trabalhador (só recentemente 11%)
Reforma ( até às mais recentes alterações):
40 anos serviço/ 65 anos no privado
36 anos serviço no público.
Período garantia para acesso a uma pensão:
Privado 15
Estado 5.
E por aí fora.
Pergunta-se quem merecia a melhor reforma?
Os distraídos responderiam que atendendo à carreira contributiva seria o trabalhador do privado, mas a realidade é bem diferente, quem menos contribuiu é que vai ter melhor pensão.

Anónimo Há 3 dias


PS ROUBA OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

DESCONTOS DA FP, SÓ PAGAM 13,7% DAS PENSÕES DA FP

Reformas com menos receitas das quotas da função pública.

Os descontos dos funcionários públicos cobrem apenas 13,7% da despesa com as pensões pagas pela Caixa Geral de Aposentações (CGA).

Ou seja: numa despesa total superior a 9,44 mil milhões de euros em 2015, as quotas dos trabalhadores financiaram os encargos com menos de 1,3 mil milhões de euros.

Por isso, o Estado, através do Orçamento do Estado e das contribuições de entidades públicas, injetou na CGA mais de 6,5 mil milhões de euros.

JCG Há 3 dias

O que é que este tipo ainda anda aqui a fazer? a solução é simples e óbvia: entreguem o Novo Banco (as ações representativas do capital do NB) aos outros bancos que participam no fundo de resolução (FR), na mesma percentagem, pois se são todos os outros bancos que suportam o prejuizo com o NB devem também ter a oportunidade de ficar com a "coisa", em vez de a entregarem a um outro operador ao preço da uva mijona dando-lhe de bandeja uma vantagem competitiva ilegítima face aos concorrentes (que é o que acontece quando um investidor adquire um ativo produtivo a um preço fortemente subsidado, no caso pelos concorrentes).

A seguir, cotem o NB na Bolsa, quem quiser vender a sua parte, vende (depois de pagar a sua quota respetiva no FR) e se o entenderem façam um aumento de capital em Bolsa.

É claro que soluções simples têm o problema de dar menos dinheiro a mamar às corjas de parasitas que se alimentam destas coisas.

Resposta de Anónimoa JCG Há 3 dias

Caro JCG:
Há coisas que mesmo dadas dão prejuízo.
Bolsa!, mas há alguém com juízo que arrisque nesse casino.
Vão à procura do dinheiro e prendam os criminosos e os supervisores (os Madoffs cá do sítio), cativem todo o seu património.
-Sei que em Portugal isso nunca irá acontecer, por isso é que estamos na lama.

Resposta de JCGa JCG Há 2 dias

Pois, mas esse tipo de generalidades não nos levam a lado nenhum. Um banco como qualquer empresa pode ser bem ou mal gerido. Porque razão um banco como o NB ou qualquer outro banco português não pode ser rentável? Há bancos portugueses ou a operar em Portugal que apresentaram lucros em todos os anos da crise. Para melhorar a conta de exploração é preciso gerir bem os custos e os proveitos. Não é possível cortar custos e aumentar proveitos? Se há restrições legais que impedem uma coisa e outra, então a gestão do banco deve inventariá-las e apresentar a lista às autoridades. Se não forem removidas, a getsão que se demita.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub