Turismo & Lazer Novo negócio no cinema: Cineworld compra Regal

Novo negócio no cinema: Cineworld compra Regal

A britânica Cineworld entra nos Estados Unidos com a compra das salas de cinema Regal. O negócio chega numa altura em que o sector desafio o emergente “streaming” da Netflix e da Amazon.
Novo negócio no cinema: Cineworld compra Regal
Bloomberg
Negócios 05 de dezembro de 2017 às 10:54

A Cineworld comprou a cadeia americana de salas de cinema Regal por 3,6 mil milhões de dólares (cerca de três mil milhões de euros). O acordo criará o segundo maior grupo de cinema a nível mundial, escreve a BBC.

O novo gigante operará em 10 países e terá cerca de 9.500 ecrãs espalhados pelos Estados Unidos da América e Europa. A Cineworld entra assim no mercado norte-americano, o que regista o maior encaixe de bilheteira no mundo. Actualmente, o grupo conta com cerca de dois mil ecrãs.

De acordo com o site da Cineworld, além do Reino Unido - onde concentra boa parte da sua operação - a empresa está ainda presente na Polónia, Israel, Hungria, República Checa, Bulgária, Roménia e Eslováquia.

Segundo a BBC, o negócio representa uma grande aposta no sector do cinema, que está sob pressão das plataformas de "streaming" como as da Netflix ou da Amazon, em que os espectadores podem aceder aos filmes em casa. Este Verão, os ganhos das bilheteiras norte-americanas estiveram também no nível mais baixo das últimas duas décadas.

Tal cenário contrasta com o Reino Unido, onde a frequência de cinemas está a aumentar mais de 8% em 2017, com cerca de 165 milhões de bilhetes vendidos a cada ano.

No caso concreto da Cineworld, as audiências aumentaram devido aos filmes "Dunkirk" e "Gru – O Maldisposto 3", a que se juntam ainda "Paddington 2" e "Liga da Justiça".




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub