Empresas Nuno Amado: "Não compliquemos mais o que as directivas já são"

Nuno Amado: "Não compliquemos mais o que as directivas já são"

O presidente do BCP apelou a uma transposição suave das directivas para a banca. Vítor Bento acrescentou que até deviam tentar que se eliminasse o que desfavorece Portugal.
Nuno Amado: "Não compliquemos mais o que as directivas já são"
Miguel Baltazar/Negócios
Alexandra Machado 07 de fevereiro de 2018 às 14:39

"Não compliquemos mais do que as directivas já são". O apelo partiu de Nuno Amado, presidente do BCP, que nessa altura arrancou da plateia aplausos. Mário Centeno, ministro das Finanças, ainda não estava na sala do Banking Summit, organizado pela APB e SIBS, quando Amado fez o pedido.

Mário Centeno, sobre as novas regras, disse apenas que o diploma de transposição da nova DMIF (Directiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros) já foi aprovado em conselho de ministros e será em breve discutido na Assembleia da República. E quanto à directiva dos pagamentos (PSD2), o Governo está a terminar a proposta de transposição "da nova legislação, que é o grande desafio para os bancos, pois todos ganham transparência e melhor regulação".


Mas para Nuno Amado, seria "um segundo nível de complicação" introduzir mais regras nacionais no âmbito dessa transposição, o que levaria a banca a "perder posição competitiva".

Vítor Bento, presidente do conselho de administração da SIBS, aproveitou até para pedir que não só não se complique, como se tente eliminar questões que são desfavoráveis a Portugal nessas directivas.




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