Desporto Nuno Gaioso Ribeiro: Relação entre clubes de futebol é "destruidora de valor"

Nuno Gaioso Ribeiro: Relação entre clubes de futebol é "destruidora de valor"

O vice-presidente do Benfica e administrador da SAD considera que o clima de confronto tem prejudicado a indústria do futebol.
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Celso Filipe Rosário Lira 15 de julho de 2017 às 21:00

Nuno Gaioso Ribeiro, vice-presidente do Benfica e administrador da SAD, é da opinião que o clima de confronto entre os clubes tem prejudicado a indústria do futebol.

Na Conversa Capital, uma entrevista conjunta entre o Negócios e Antena 1, o também presidente da Associação Portuguesa de Capital de Risco diz que "a forma como a indústria do futebol se comporta no relacionamento entre clubes é destruidora de valor".

O vice-presidente do Benfica salienta que o seu clube não tem contribuído para a escala de um conflito que, em seu entender, "coloca também um problema reputacional".

Questionado sobre a possibilidade de o Benfica entrar no capital de uma equipa da Premier League (primeira liga inglesa), Nuno Gaioso Ribeiro sublinha: "O Benfica tem um problema, entre aspas, no seu modelo de crescimento e esse problema é estar num mercado periférico.

O mercado português não cresce, nem nada que se pareça, ao ritmo dos outros, e portanto o Benfica nunca terá uma capacidade de competitividade económico-financeira idêntica aos outros".  




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mais votado Anónimo 16.07.2017

Para entender a crise de equidade e sustentabilidade que tem afectado as economias desenvolvidas e posto territórios como os de Portugal e Grécia nas más bocas do mundo, é fundamental perceber que para uns serem excedentários ou pagos acima do preço de mercado, outros têm que pagar mais caro quando consomem bens e serviços, pagar mais taxa de imposto quando são tributados, obter menor retorno sobre o investimento quando investem, poupar menos quando aforram, ser pior remunerados, abaixo do seu preço de mercado, quando oferecem trabalho com real procura, ficar à espera que cheguem os meios aéreos de combate a incêndios que não existem quando tudo está a arder, atravessar estradas nacionais por limpar, cheias de combustível, nesses dias fatídicos, oferecer a criminosos e terroristas o material de guerra das Forças Armadas depositado nos paióis e paolins, e ir de liteira para o hospital à noite porque as ambulâncias do INEM estão paradas...

comentários mais recentes
makabrus2 16.07.2017

Ah e tal, os mails não existem,ah e tal houve crime de violação de correspondência,afinal há por aí uns mails mas não temos nada a ver com isso,mas por via das dúvidas vamos contratar QUATRO sociedades de advogados,por causa das (o) bruxas(o)....

Anónimo 16.07.2017

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas? As do escândalo CGD e de outros escândalos semelhantes. Há muitos casos destes nas organizações portuguesas. Tem sido o pão nosso de cada dia. Querem continuar a dar-me deste pão que o diabo amassou?

Anónimo 16.07.2017

Para entender a crise de equidade e sustentabilidade que tem afectado as economias desenvolvidas e posto territórios como os de Portugal e Grécia nas más bocas do mundo, é fundamental perceber que para uns serem excedentários ou pagos acima do preço de mercado, outros têm que pagar mais caro quando consomem bens e serviços, pagar mais taxa de imposto quando são tributados, obter menor retorno sobre o investimento quando investem, poupar menos quando aforram, ser pior remunerados, abaixo do seu preço de mercado, quando oferecem trabalho com real procura, ficar à espera que cheguem os meios aéreos de combate a incêndios que não existem quando tudo está a arder, atravessar estradas nacionais por limpar, cheias de combustível, nesses dias fatídicos, oferecer a criminosos e terroristas o material de guerra das Forças Armadas depositado nos paióis e paolins, e ir de liteira para o hospital à noite porque as ambulâncias do INEM estão paradas...

Anónimo 16.07.2017

Pelo que os emails deixam transparecer o benfica esta muito forte mas em corrupção.

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