Banca & Finanças O que se passa com o balcão da CGD em Almeida?

O que se passa com o balcão da CGD em Almeida?

A CGD vai ter um espaço físico permanente em Almeida, mas que não é uma agência. Autarca satisfeito com a solução acordada.
O que se passa com o balcão da CGD em Almeida?
Tiago Sousa Dias/Correio da Manhã
Marta Moitinho Oliveira 28 de agosto de 2017 às 17:59
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai manter os serviços em Almeida, apesar de não ter sido possível a reabertura da agência. Isto significa que em vez de um balcão móvel, como chegou a ser aventado, o banco público vai ter uma presença física permanente embora não tenha tesouraria presencial.

Em declarações ao Negócios, o vice-presidente da Câmara Municipal de Almeida, José Alberto Morgado, confirmou o comunicado da Caixa onde o banco público afirmava que o acordo alcançado entre o banco e a autarquia "não implica a reabertura da agência de Almeida, que foi definitivamente encerrada". 

Este responsável explicou que isto significa que "sem um código [de agência] não há tesouraria presencial". No entanto, os levantamentos e depósitos podem ser feitos de forma automática com apoio da funcionária do banco que ficará no espaço da Caixa Geral de Depósitos.

"A manutenção dos serviços" vai ao encontro dos objectivos dos particulares e das repartições de Almeida que protestaram contra o encerramento da agência, avançou o vice-presidente da autarquia. 

José Alberto Morgado considerou que esta solução é melhor do que a que existia no início das negociações, quando estava em cima da mesa a possibilidade de um balcão móvel (que não estaria sempre presente no município). 

A questão foi hoje levantada pela SIC que avançou ao início da tarde que o balcão seria reaberto. Poucas horas depois, fonte oficial do banco do Estado desmentiu que a agência reabrisse.



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Anónimo Há 3 semanas

É como tudo na vida, é preciso ter o padrinho certo.
E quem foi o padrinho certo? vá lá adivinhem.

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