Construção Obras na estação de Arroios custam mais 1,3 milhões do que o previsto  

Obras na estação de Arroios custam mais 1,3 milhões do que o previsto  

As obras de reabilitação da estação de metro de Arroios, em Lisboa, vão custar mais 1,3 milhões de euros do que o inicialmente previsto, estando o valor total fixado em 5,9 milhões de euros, segundo um comunicado hoje divulgado.
Obras na estação de Arroios custam mais 1,3 milhões do que o previsto  
Bruno Simão/Negócios
Lusa 13 de fevereiro de 2017 às 18:16

"O projecto de reabilitação, desenvolvido pelo Metropolitano de Lisboa, revestiu-se de particular complexidade ao nível das suas componentes, estruturais e de electromecânica, que estiveram na origem das alterações que afectaram a fase de anteprojecto, tendo o respectivo orçamento sido revisto de 4,6 milhões de euros para 5,9 milhões de euros, e o prazo de execução estendido a 24 meses", lê-se no comunicado.

 

Segundo a empresa, depois de intervencionada, aquela estação ficará com "novos sistemas e tecnologias adequadas aos dias de hoje".

 

O Metropolitano de Lisboa fez ainda saber que lançou hoje o concurso público para as obras de ampliação e remodelação da estação de Arroios, a única que não está preparada para receber comboios de seis carruagens.

 

Por isso, na linha verde (Telheiras -- Cais do Sodré) circulam apenas comboios com três carruagens, o que gera constantes reclamações por parte dos passageiros, que dizem sentir-se como "sardinhas em lata" por as composições estarem sempre muito cheias.

 

Depois das obras, aquela estação "passará a contar com um cais de 105 metros, viabilizando a circulação na linha verde de comboios com seis carruagens", e terá elevadores no átrio norte, com acesso à Praça do Chile, "garantindo assim os parâmetros de plena acessibilidade à estação".

 

Na nova estação está ainda prevista a aplicação de um painel cerâmico de Nikias Skapinakis, intitulado "Cortina Mirabolante", criado para esta estação em 2005, indicou a empresa.

 

A estação de Arroios abriu ao público em 1972, com um cais de 70 metros e dois átrios. Teve como autor do projecto de arquitectura o arquitecto Dinis Gomes e os azulejos foram pintados por Maria Keil.

 




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mais votado Critica Há 1 semana

Salvo melhor opinião, a complexidade de que falam é pura demagogia. É conversa de treta para enfiar na cabeça de burros.
Este, é o primeiro projecto desta natureza realizado ou analisado pelas equipas técnicas do METRO? Não! É sabido de todos que nos últimos 30 anos, muitas obras de extensão das linhas, de ampliação e modernização das estações têm sido feitos..., logo experiência é algo que NÃO pode faltar!
O que todos sabemos, é que as democráticas derrapagens servem para pagar favores aos amigalhaços e dar o mensalão ao partido das simpatias... e há uns que têm elevada dívida. Há que pagá-la..., com o dinheiro do povo!

comentários mais recentes
Critica Há 1 semana

Salvo melhor opinião, a complexidade de que falam é pura demagogia. É conversa de treta para enfiar na cabeça de burros.
Este, é o primeiro projecto desta natureza realizado ou analisado pelas equipas técnicas do METRO? Não! É sabido de todos que nos últimos 30 anos, muitas obras de extensão das linhas, de ampliação e modernização das estações têm sido feitos..., logo experiência é algo que NÃO pode faltar!
O que todos sabemos, é que as democráticas derrapagens servem para pagar favores aos amigalhaços e dar o mensalão ao partido das simpatias... e há uns que têm elevada dívida. Há que pagá-la..., com o dinheiro do povo!

Anónimo Há 1 semana

Se calhar, na lista inicial não estavam todos os gajos em que era preciso "untar" as mãos...

Camponio da beira Há 1 semana

Como nas obras particulares isso nunca acontece, logo nas publicas, os projectos devem ter as omissões necessárias, para depois "por acaso" serem precisas obras a mais...Mas vocês pensam que somos todos parvos???

Conselheiro de Trump Há 1 semana

Diz o ditado:quando a esmola e grande o pobre fica de pe atraz,inteligente.O empreiteiro pega-lhe por baixo para ganhar a obra e depois vai dizer o que acrescentou na obra sem ter falado de incio,inteligente.Ao fim e ao resto os bancos gozam duma saude que nem dao por ela.Tudo gente muito seria.

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