Telecomunicações Oi recebeu proposta de 34 milhões pela Timor Telecom

Oi recebeu proposta de 34 milhões pela Timor Telecom

A operadora brasileira Oi pediu autorização à justiça para alienar a participação que detém na Timor Telecom, operadora que herdou da PT. A Investel Communications Limited está compradora.
Oi recebeu proposta de 34 milhões pela Timor Telecom
Reuters
Sara Ribeiro 13 de dezembro de 2016 às 13:21

A Oi, operadora que está em recuperação judicial, pediu à justiça brasileira que autorize a venda da participação que detém na Timor Telecom.

Em comunicado enviado esta terça-feira, 13 de Dezembro, ao regulador brasileiro (CVM) a empresa que tem a Pharol como maior accionista revela que recebeu uma proposta da Investel Communications Limited de aquisição das participações directas e indirectas que detém na Timor Telecom no valor de 36 milhões de dólares (perto de 34 milhões de euros). A proposta inclui ainda o pagamento de dívidas da Timor Telecom com empresas do grupo Oi no valor de 26 milhões de dólares.

A Oi herdou a participação (directa e indirecta) que a PT detinha na Timor Telecom, estando no âmbito do seu plano de viabilização judicial em negociações para a venda desta fatia, bem como dos restantes activos africanos que herdou da Meo como a Unitel, desde o ano passado.

Na prática, na base da operação está uma fatia na Timor Telecom de perto de 54,01%, a qual é controlada pela sociedade Telecomunicações Públicas de Timor onde, por sua vez, a Oi controla 76% do capital, a que se soma uma participação directa da PT Participações SGPS de 3,05%.




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mais votado Anónimo 13.12.2016

Concordo totalmente com o comentário anterior... É realmente muito triste que não se defenda em primeiro lugar quem acreditou e depositou algum naquilo que foi anunciado e não se faça justiça com quem enganou...

comentários mais recentes
Anónimo 13.12.2016

Concordo totalmente com o comentário anterior... É realmente muito triste que não se defenda em primeiro lugar quem acreditou e depositou algum naquilo que foi anunciado e não se faça justiça com quem enganou...

Anónimo 13.12.2016

Se a justiça Brasileira autorizar este negócio em pleno processo de insolvência é uma machadada no direito internacional e em bom Português uma ROUBALHEIRA !!! Os lesados das obrigações OI/PT de Julho 2016 continuam sem ver o seu capital reembolsado !

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