Automóvel Os dois lados do conflito laboral na Autoeuropa
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Os dois lados do conflito laboral na Autoeuropa

A Autoeuropa defende que precisa de introduzir o dia de trabalho ao sábado para produzir mais de 240 mil automóveis em 2018 e quer recrutar mais 2.000 pessoas. Já os trabalhadores dizem que o dia de trabalho ao sábado vai prejudicar o equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar.
Os dois lados do conflito laboral na Autoeuropa
Pedro Elias
André Cabrita-Mendes 29 de agosto de 2017 às 22:00

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comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

Se os automóveis produzidos na unidade industrial podem vir a sofrer uma redução de 33 ou mais por cento no seu preço por via da aplicação de tecnologia da área da automação e robótica industrial, obviamente que eu enquanto consumidor de automóveis quero usufruir o quanto antes dessa redução de preço. Se por acréscimo, enquanto accionista, posso obter sob a forma de dividendos e potenciais mais-valias um excelente retorno sobre o investimento em acções dessas empresas que desenvolvem e fabricam sistemas de automação e robótica industrial, não restam dúvidas de que o sindicalismo defensor do excedentarismo, a par com a corrupção, a escravatura e o genocídio, é um mal que deve ser extirpado das economias e sociedades sem qualquer hesitação.

Anónimo Há 3 semanas

Estes gajos ( ditos trabalhadores) estao a brincar com o fogo e com A ECONOMIA PORTUGUESA . A autoeuropa hoje està em Palmela mas AMANHA podera estar na Polonia, Hungria,Romenia etc . Perceberam?? nao é necessario sera inteligente para compreender!

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