Turismo & Lazer Parques de Sintra atraíram 2,6 milhões de visitantes em 2016

Parques de Sintra atraíram 2,6 milhões de visitantes em 2016

O Palácio Nacional da Pena continua a liderar o número de visitas, tendo captado metade do total de visitantes dos parques e monumentos da empresa Parques de Sintra.
Parques de Sintra atraíram 2,6 milhões de visitantes em 2016
João Miguel Rodrigues/Correio da Manhã
Negócios 26 de janeiro de 2017 às 12:34

Os parques e monumentos geridos pela empresa Parques de Sintra continuam a atrair mais visitantes de ano para ano. Em 2016, somou mais de 2,6 milhões de visitas, o que traduz uma subida de 17,52% face ao ano anterior e "confirma a curva ascendente registada nos anos transactos", segundo um comunicado enviado pela empresa pública.

A lista é liderada pelo Parque e o Palácio Nacional da Pena com mais de 1,3 milhões de entradas, um aumento de 22,5% em comparação ao ano de 2015.

Seguem-se o Palácio Nacional de Sintra com 545 mil visitas, o Castelo dos Mouros com 424 mil e o Palácio Nacional de Queluz com 147,5 mil visitantes.

No que toca à proporção relativa às nacionalidades dos visitantes, os estrangeiros continuam a representar a maior ‘fatia’ do número total de estrangeiros, tendo em 2016 alcançado 82,19%.

Os países estrangeiros com maior expressão em termos de visitas foram o Reino Unido (19,49%), França (16,48%) e Espanha (14,92%). "Este património foi ainda amplamente visitado por brasileiros, norte-americanos, alemães, italianos, russos e chineses", detalha a empresa no mesmo comunicado.

Manuel Baptista, presidente do conselho de administração da empresa Parques de Sintra, comenta que em 20160 "foi verificada uma continuação do aumento do número de visitantes e tem-se verificado um aumento constante do número de pessoas interessadas em Sintra e nos seus espaços, o que reflecte o trabalho da empresa e do país na promoção e divulgação".

Quanto às expectativas para 2017, acredita que "será o ano de finalização de grandes obras de recuperação e restauro, nomeadamente o final da primeira grande campanha de obras no Palácio e Jardins de Queluz, e do desenrolar das obras de recuperação do Convento dos Capuchos, que há alguns anos aguardava por esta intervenção".

Em matéria de programação cultural, "haverá uma aposta em novos projectos, de forma a atingir novos públicos", acrescenta, no mesmo documento, sem avançar com mais pormenores.




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