Empresas Paulo Macedo garante: Caixa Capital vai continuar a apoiar empreendedores

Paulo Macedo garante: Caixa Capital vai continuar a apoiar empreendedores

O CEO da Caixa Geral de Depósitos adiantou esta tarde que o grupo tem sido "um ‘player’ chave" no apoio a projectos empreendedores. E garantiu: "Nós aqui estaremos para os ajudar a expandir. É esse o compromisso da Caixa Capital".
Paulo Macedo garante: Caixa Capital vai continuar a apoiar empreendedores
Miguel Baltazar
Ana Laranjeiro 16 de março de 2017 às 21:01

Paulo Macedo, CEO da Caixa Geral de Depósitos (CGD), defendeu esta tarde que as start-ups são empresas que estão a ajudar a colocar Portugal no mapa da inovação. Falando para as start-ups presentes na edição de 2017 do Caixa Empreender Award, o CEO do banco público assinalou que as start-ups "transformam, moldam e criam os empregos do futuro, e colocam Portugal no mapa da inovação".

 

O líder do banco estatal defendeu também, durante a sua intervenção no encerramento do Caixa Empreender Award, que "o grupo Caixa tem sido um ‘player’ chave no apoio a uma nova vaga de sucesso ‘made in Portugal’, protagonizada por uma geração que não tem medo de competir [a nível] global". "Nós aqui estaremos para os ajudar a expandir. É esse o compromisso da Caixa Capital", assegurou.

 

As start-ups apoiadas pela Caixa Capital, unidade de capital de risco do grupo CGD, já angariaram mais de 380 milhões de euros em investimento e criaram mais de 1.900 postos de trabalho, de acordo com os números avançados por Macedo.

 

"O grupo CGD, pela via da Caixa Capital, investiu nos últimos anos nas mais promissoras start-ups portuguesas, quase todas as que angariaram grandes rondas internacionais em Silicon Valley e em Londres", disse.

 

A Caixa Capital conta com 30 empresas no seu portefólio. A Farfetch (a única portuguesa a ter um estatuto de unicórnio, o que significa que tem uma avaliação igual ou superior a mil milhões de dólares), a Uniplaces, a Codacy, a Veniam e a Prodsmart são alguns das start-ups que foram investidas pela unidade de capital de risco da CGD.

 

A situação do banco público foi também referida por Paulo Macedo. Menos de uma semana depois de a CGD ter apresentados prejuízo avultados, o líder do banco público assumiu que: "a CGD como banco líder em Portugal, que é e se pretende manter, está num processo de reforço da sua solidez, de recapitalização, mas também num processo de restruturação para apoiar melhor as empresas, para apoiar também as famílias".

 

"Vamos reforçar a nossa capacidade comercial. Queremos aumentar o apoio às micro, pequenas e médias empresas, mas também às start-ups. Para isso, estamos a desenvolver uma oferta de produtos e serviços financeiros com valor acrescentado e queremos investir na relação que os nossos gestores têm com os empresários, melhorando e especializando o serviço de forma a ajudar quem trabalha nas empresas a procurar novos mercados", acrescentou.

 

Paulo Macedo concluiu assinalando que "empreender é uma das actividades mais nobres na nossa sociedade". 


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