Aviação Pedro Marques: “Estamos muito confortáveis com a TAP”

Pedro Marques: “Estamos muito confortáveis com a TAP”

O ministro do Planeamento salientou no Parlamento o crescimento de 24% registado pela TAP, que no primeiro semestre teve prejuízos de 52 milhões de euros. Pedro Marques garante que, ao contrário de outras companhias de bandeira, a TAP continua a voar para a Venezuela.
Pedro Marques: “Estamos muito confortáveis com a TAP”
Pedro Elias
Maria João Babo 06 de novembro de 2017 às 12:10

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, salientou esta segunda-feira, 6 de Novembro, no Parlamento, no âmbito das audições para a discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2018, que "estamos muito confortáveis com a TAP".

 

Questionado sobre a situação da companhia aérea, que registou um prejuízo de 52 milhões de euros no primeiro semestre, Pedro Marques preferiu destacar que "a TAP está a crescer 24% e transportou mais de dez milhões de passageiros até Setembro".

 

O ministro salientou o modelo definido pelo actual Governo para a companhia, em que a Atlantic Gateway ficou com 45% da TAP e responsável pela gestão executiva, e frisou que as decisões estratégicas são tomadas no conselho de administração, onde o Estado indicou seis dos 12 elementos entre os quais o presidente.

 

Pedro Marques reafirmou o entendimento que a TAP é uma empresa de direito privado, em que o Estado não controla a empresa, mas em que "as decisões estratégicas não são tomadas sem que o accionista Estado esteja de acordo".

 

O ministro destacou ainda que a TAP continua a voar para a Venezuela, mesmo que seja em share ou com parceiro e "essa é uma diferença para as companhias aéreas de bandeira que deixaram de voar" para aquele país.

 

Relativamente ao reforço da capacidade aeroportuária em Lisboa, Pedro Marques disse apenas que está em desenvolvimento o memorando assinado em Fevereiro com a ANA "com normalidade".




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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente. Caso contrário não sobra dinheiro, nem a crédito, para se investir em Portugal nos muito necessários bens de capital.

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Porreiro. Há 2 semanas

Este senhor ministro parece estar confortável com tudo. Muitos portugueses é que parece não estarem confortáveis com ele nem com o seu chefe e seus colegas. É que o vosso conforto está-nos a sair cada vez mais caro.

Anónimo Há 2 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente. Caso contrário não sobra dinheiro, nem a crédito, para se investir em Portugal nos muito necessários bens de capital.

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