Empresas Pine Cliffs oferece 400 empregos e a Douro Azul 100

Pine Cliffs oferece 400 empregos e a Douro Azul 100

O resort da praia da Falésia e a operadora de navios-hotel no Douro vão realizar eventos de recrutamento de um total de 500 pessoas. O Pine Cliffs quer contratar 400 durante o seu “open day” de 16 de Janeiro, enquanto no da Douro Azul, nos dias 19 e 20, haverá 100 ofertas.
Pine Cliffs oferece 400 empregos e a Douro Azul 100
A Douro Azul pretende contratar uma centena de pessoas para os seus navios-hotel no rio Douro.
Rui Neves 10 de janeiro de 2018 às 16:54

Na próxima semana, em Albufeira e no Porto, vão realizar-se dois grandes eventos de recrutamento de meio milhar de profissionais para as áreas de turismo, hotelaria e restauração.

 

O Pine Cliffs Resort, situado na praia da Falésia, vai oferecer 400 empregos durante o seu "open day", que se realiza no dia 16 de Janeiro e que visa recrutar trabalhadores para diferentes áreas e cargos deste complexo turístico, como "managers", chefes de sala, recepcionistas, empregados de mês, cozinheiros e bagageiros, entre outras funções.

 

Os candidatos só têm que comparecer nesse dia, pelas 10 horas, no Pine Cliffs algarvio, munidos do seu currículo, para serem entrevistados e terem a oportunidade de integrarem este resort, que engloba três hotéis, num total de 669 unidades de alojamento, 12 restaurantes e bares, campo de golfe, spa e academia de ténis.

 

Serão também disponibilizados, ainda durante o "open day", 90 estágios de escolas nacionais e internacionais e a integração na "família" Marriott, o maior grupo hoteleiro do mundo com aproximadamente seis mil hotéis.

 

"Esta é uma oportunidade única para o lançamento de carreira ou para quem pretende abraçar novos desafios e apostar no seu crescimento profissional", enfatiza Veridiana Fernandes, directora de Recursos Humanos do Pine Cliffs Resort.

 

Também durante o seu "open day" anual, marcado para 19 e 20 de Janeiro, a Douro Azul pretende contratar uma centena de pessoas para os seus navios-hotel no rio Douro.

 

Nesses dias, a empresa líder de cruzeiros fluviais na Europa irá abrir as portas de uma das suas embarcações para receber candidatos, que assim poderão melhor conhecer a empresa e as ofertas de emprego disponíveis.

 

"Este evento tem o objectivo de dar a conhecer a realidade do dia-a-dia de trabalho a bordo a todos, de uma forma prática e directa, com visita aos locais de trabalho e conversando com os nossos profissionais", explica Sara Azevedo, directora de Recursos Humanos da operadora turística do empresário Mário Ferreira.

 

O "open day" da Douro Azul está sujeito a um número limitado de inscrições, que terão de ser formalizadas em http://mijobs.mysticinvest.com/, até 14 de Janeiro.




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mais votado Anónimo Há 1 semana

Onde se enfiaram os laboriosos ofertantes de factor trabalho que preencha a grande procura actual pelo mesmo nos sectores da restauração e da hotelaria em Portugal? Na AT, no ISS, nas secretarias (e não só) de hospitais, escolas públicas, autarquias, juntas de freguesia, empresas públicas etc. Isto é má alocação de factores produtivos e conduz invariavelmente ao empobrecimento, ao atraso e à falta de soberania. Isto é o Chavismo-Madurismo em acção a grassar por terras lusas. https://www.dn.pt/dinheiro/interior/restauracao-e-alojamento-querem-40-mil-trabalhadores-9023155.html

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Alfon Há 1 semana

E esta gente toda vai trabalhar sábados, domingos e muitas horas nao remuneradas. Estas emoresas não são nenhuma Autoeuropa.

Castro Há 1 semana

Fiquem com eles só exploração

Ciifrão Há 1 semana

Tantos reformados a escarnecer em ofertas de trabalho, tivessem de trabalhar e não teria tempo para cuspir no prato onde vão ter de comer. Afinal quem lhe paga a reforma? Não é o que descontaram, antes o dinheiro dos que descontam agora.

Anónimo Há 1 semana

citando Francisco Sá Carneiro
"O que não posso, porque não tenho esse direito, é calar-me, seja sob que pretexto for."
Assembleia Nacional (1972)

esses senhores se querem escravos 'modernos' que procurem no meio dos seus familiares. não gostam pois não nem nós.

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