Banca & Finanças Plano da CGD "implica esforço de toda a instituição"
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Plano da CGD "implica esforço de toda a instituição"

O STEC convocou um protesto para quarta-feira por conta do descongelamento salarial e da ausência de contagem de anos de carreira. A gestão de Paulo Macedo assume que todos têm de contribuir para reestruturação "exigente".
Plano da CGD "implica esforço de toda a instituição"
Miguel Baltazar
Diogo Cavaleiro 04 de dezembro de 2017 às 22:20

A Caixa Geral de Depósitos considera que todos os seus trabalhadores têm de contribuir para o plano de reestruturação em curso. É a resposta do banco público ao protesto anunciado pelo STEC, o sindicato dos

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mais votado Ou há moralidade ou comem todos... Há 1 semana

Como cidadão-contribuinte, chamado a pagar a conta dos 6 anos de prejuízos da CGD, dou razão a Paulo Macedo de que todos os trabalhadores da CGD, (sem exceções para administradores) deverão ser mobilizados para um esforço de austeridade, em complemento e como rampa de lançamento de um ainda mais importante e necessário esforço de racionalização, de irradicação de nepotismos e de luta anti-tachos;
Como cliente da CGD que quer o seu banco público com uma qualidade e dinamismo de gestão não inferior à banca privada, não contesto que se paguem aos administradores da CGD o que se paga na melhor banca privada;
Mas, como Português, permito-me recordar a Vox Populi consubstanciada nas palavras sábias do imortal sapateiro de Braga: “Ou há moralidade ou comem todos”.
Isto para recordar que no BCP, donde é oriundo Paulo Macedo, os administradores estiveram sujeitos a severo esforço de austeridade nas remunerações até, salvo erro, ao fim dos apoios do Estado

comentários mais recentes
A lata Há 1 semana

Corram com estes parasitas são tantos que até se atrapalham, dezanove a mamar e a viver à conta dos meus impostos, ide trabalhar parasitagem

JCG Há 1 semana

É curioso que esse comedimento, que devia ser efectivo e significativo, parece não se ter aplicado ao Sr Macedo e à manada de amigos que ele lá abancou. Um sinal bastante forte foi dado pelo tipo que foi acoplado para tratar das remunerações da nomenclatura dirigente: um ex-administrador da GALP que há anos atrás factura milhões todos os anos. O sr Macedo se fosse um indivíduo de facto alinhado com a ética e a moral e o espírito de serviço ao país podia ter tido uma atitude do género: não quero receber mais de remuneração efectiva que o salário mais alto pago na CGD acrescido de 2 euros mensais. Para os outros administradores executivos seria o salário mais alto acrescido de 1 euro. E, além disso, prontificava-se a moralizar os salários mais altos pagos a funcionários da CGD, mesmo que isso implicasse uma redução significativa da sua remuneração (a diferença entre as tabelas dos bancários e os salários mais altos pagos é abissal).

RE: Revoltado Há 1 semana

Tens toda a razão. E o que mais custa nisto tudo é que a CGD, que devido ao prestígio de que fruía (era a marca mais prestigiada em Portugal) tinha todas as condições para manter e atrair os melhores, motivá-los e lançá-los ao trabalho a favor de um universo de clientes que correspondem a mais de 60% da população portuguesa – chegou a uma situação em que tem de ir buscar aos seus concorrentes um presidente e administradores que tentem endireitar as contas, e que, principalmente, lutem contra uma mentalidade de posto de trabalho encarado como um tacho (com minimização de trabalho e maximização de mordomias e prestígio social), e a substituam por uma mentalidade galvanizadora de fazer, com dinamismo e criatividade, o melhor possível pelos clientes, pelo país e pela própria instituição.

19 chulos Há 1 semana

Cariocas e afins que já tinham enterrado a CGD

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