Telecomunicações Plano de emergência dos CTT corta 8% do pessoal
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Plano de emergência dos CTT corta 8% do pessoal

O plano de redução de custos vai implicar a diminuição em 8% da força laboral em Portugal. Os CTT lançam mãos ao plano para o qual pedem “compromisso e empenho” dos trabalhadores.
Plano de emergência dos CTT corta 8% do pessoal
Miguel Baltazar/Negócios
Alexandra Machado 19 de dezembro de 2017 às 23:10

O mercado esperava pelo plano de emergência dos CTT face à queda dos seus níveis de rentabilidade. Um plano para o qual pede o "empenho e compromisso" dos trabalhadores. O impacto será sentido, na maior parte, a partir de

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mais votado Anónimo Há 19 horas

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

comentários mais recentes
Anónimo Há 15 horas

Os colaboradores cujo posto de trabalho já não se justifica, quer seja na banca, na administração pública ou noutro sector qualquer, já foram remunerados acima do seu preço de mercado durante muito tempo, e por isso o Estado, a economia e a sociedade nada lhes deve. Antes pelo contrário, os colaboradores nessa situação são devedores de uma dívida colossal ao Estado, à economia e à sociedade, que se avoluma a cada dia que passa sem que sejam despedidos.

Anónimo Há 19 horas

ctt pecam por falta de oxigenação dos seus quadros, na area das operações tem um DOP de 64 anos, hernani velho, tem CDP´s distam 10 minutos uns dos outros com carteiros tirados da distribuição e que contratados outros para os substituir acontece açores, ilha são miguel, duplicação custos.

Anónimo Há 19 horas

O despedimento de excedentários é normal em qualquer economia desenvolvida do mundo livre. Acontece quase todos os dias em alguma organização do sector público ou privado. A boa gestão de recursos humanos é o maior antídoto para a extracção de valor que luta pelo seu espaço fazendo frente à criação de valor, e que, invariavelmente, leva ao empobrecimento e à mendicante dependência externa.

Anónimo Há 19 horas

A empresa pública de correios sueco-dinamarquesa Postnord decidiu em Março de 2017 despedir 4 mil excedentários cujo posto de trabalho já não se justificava naquela organização do sector público escandinavo. Naquela região nórdica os direitos sindicais adquiridos não se sobrepõem aos dos contribuintes e cidadãos em geral. É 1º Mundo onde não reinam a iniquidade e a insustentabilidade. Despedem excedentários, extinguem postos de trabalho que já não se justificam, adoptam as melhores práticas e tecnologias. A economia é robusta, cria valor e enriquece, a sociedade é justa, equilibrada e feliz. "Postnord to cut up to 4,000 jobs in Denmark" www.reuters.com/article/postnord-jobs-idUSL5N1GL4QG

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