Empresas Polícia espanhola investiga morte de Pedro Queiroz Pereira no seu iate em Ibiza  

Polícia espanhola investiga morte de Pedro Queiroz Pereira no seu iate em Ibiza  

O jornal Diario de Ibiza afirma que a Polícia Nacional abriu uma investigação, apesar de os factos apontarem para ter sido "um fatal acidente".
Polícia espanhola investiga morte de Pedro Queiroz Pereira no seu iate em Ibiza   
Pedro Elias/Negócios
Lusa 19 de agosto de 2018 às 20:47

A morte do empresário Pedro Queiroz Pereira, no sábado, no seu iate na ilha espanhola de Ibiza, está a ser investigada pela Polícia Nacional de Espanha, disse à agência Lusa fonte desta corporação, que remeteu esclarecimentos para segunda-feira.

 

O Diario de Ibiza, no seu 'site', afirma que o empresário, de 69 anos, deu uma queda nas escadas e faleceu no sábado ao final da noite, no seu iate atracado no porto da cidade de Ibiza, na ilha de Ibiza, no arquipélago espanhol das Baleares.

 

O jornal afirma que a Polícia Nacional abriu uma investigação, apesar de os factos apontarem para ter sido "um fatal acidente".

 

O Diario de Ibiza refere que, "segundo as primeiras investigações feitas pelos agentes da Polícia Nacional, tudo indica que o falecido sofreu uma queda numas escadas do iate que foi fatal. Embora haja poucas dúvidas sobre o que aconteceu, a delegacia [policial] de Ibiza abriu uma investigação para esclarecer o sucedido".

 

Segundo a mesma fonte, a presença das patrulhas da Polícia Nacional, da Polícia Portuária, de duas ambulâncias e de dois carros de bombeiros, gerou uma grande curiosidade entre os turistas, que eram muitos àquela hora no porto.

 

O jornal refere dificuldades na trasladação do corpo do empresário para terra firme, referindo que os bombeiros estiveram no local entre as 02:37 e as 03:40 da madrugada de hoje (hora local).

 

Segundo a publicação, o iate tem mais de 30 metros de comprimento e estava ancorado na zona portuária de Magna Ibiza.

 

O empresário Pedro Queiroz Pereira, um dos mais importantes de Portugal, era dono da Navigator (antiga Portucel) e da cimenteira Secil. Morreu no sábado à noite, aos 69 anos, em Ibiza, onde passava regularmente férias.

 

Segundo a revista Exame, era detentor de uma fortuna avaliada em 779 milhões de euros (em conjunto com a mãe), o que fazia dele o sétimo homem mais rico do país.

 

Accionista maioritário do grupo Semapa, proprietário da Navigator, mas também da cimenteira Secil e de negócios na área do ambiente e da energia.

 




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