Energia Portugal e EUA assinam declaração para promover gás natural liquefeito marítimo

Portugal e EUA assinam declaração para promover gás natural liquefeito marítimo

Esta terça-feira, Portugal e os Estados Unidos assinaram uma declaração para a promoção do gás natural liquefeito (GNL) marítimo, segundo avançou o Ministério do Mar.
Portugal e EUA assinam declaração para promover gás natural liquefeito marítimo
Bloomberg
Lusa 28 de novembro de 2017 às 20:18
Portugal e os Estados Unidos assinaram hoje uma declaração com o objectivo de promover o gás natural liquefeito (GNL) marítimo, indicou hoje o Ministério do Mar.

"A Ministra do Mar de Portugal, Ana Paula Vitorino, reuniu com uma delegação de alto nível de diplomacia energética do 'Department of State' dos EUA, no âmbito da 18.ª edição da World LNG Summit, que se realiza em Lisboa, de 27 de Novembro a 1 de Dezembro.

Do lado norte-americano participaram o 'Deputy Assistant Secretary of State for Energy and Natural Resources' [subsecretário de Estado adjunto de Energia e Recursos Naturais], John McCarrick, e o embaixador dos EUA em Lisboa, George Glass", lê-se na nota enviada à comunicação social.

Conforme indica a mesma fonte, os dois países emitiram uma declaração conjunta que "sublinha a importância estratégica do Porto de Sines como 'hub' [centro de abastecimento] de GNL atlântico e da relação de Portugal-EUA na promoção do GNL marítimo como factor de reforço da diversificação da segurança energética europeia".

Em 2016, o Porto de Sines recebeu a primeira carga de GNL para a Europa e, a partir daí, continuou a ser o principal destino europeu para o gás natural liquefeito dos EUA.

"As exportações de GNL dos EUA contribuem para a criação de empregos no sector energético, para diminuir os preços, ajudam a reforçar a segurança energética europeia e reduzem as emissões do sector", acrescenta o Ministério do Mar.



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