Cinema Portugueses foram e gastaram mais no cinema até Junho

Portugueses foram e gastaram mais no cinema até Junho

Num mercado marcado pela distribuição da Nos, há mais espectadores e receitas. Dos 177 filmes estreados, as produções de Hollywood são as preferidas. Entre os portugueses, a história de “Jacinta” liderou.
Portugueses foram e gastaram mais no cinema até Junho
Bloomberg
Wilson Ledo 07 de julho de 2017 às 18:22

Os portugueses foram mais ao cinema no primeiro semestre de 2017. As salas receberam 7,9 milhões de espectadores, mais 15,7% face aos 6,9 milhões em termos homólogos.

Também as receitas do sector sobem ao mesmo ritmo, 16,8%, para os 41,3 milhões de euros. O melhor mês foi o de Abril, com quase 10 milhões.


Dos 177 filmes estreados, menos do que no primeiro semestre de 2016, "Velocidade Furiosa 8" foi o preferido, a roçar os 787 mil espectadores e uma receita de 4,3 milhões. Mais de meio milhão foi ver "A Bela e o Monstro". "As Cinquentas Sombras Mais Negras" conquistaram outros 437 mil.


De Janeiro a Junho estrearam 22 filmes portugueses. Da produção nacional, "Jacinta" de Jorge Paixão da Costa obteve 45 mil espectadores. "Perdidos" de Sérgio Graciano registou 43.500 espectadores. O pódio fecha com "São Jorge" de Marco Martins, com 41 mil.


Entre os distribuidores, a Nos Lusomundo Audiovisuais aumentou as receitas 39,7% para 27,8 milhões. É seguida, de longe, pela Big Picture Films, com 8,1 milhões e uma quebra homóloga de 24,3%. A Nos, enquanto distribuidora, representa dois terços das receitas e dos espectadores.


O Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) revela ainda esta sexta-feira, 7 de Julho, que foram concluídas 15 longas-metragens e 12 curtas cuja produção foi apoiada, num aumento de 58,8% face ao ano passado.


Nas distinções internacionais, o ICA recorda os filmes "Cidade Pequena" de Diogo Costa Amarante em Berlim ou "Fábrica de Nada" de Pedro Pinho em Cannes.




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub