Banca & Finanças Presidente da APS: "É altura de discutirmos a criação de um novo PPR"
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Presidente da APS: "É altura de discutirmos a criação de um novo PPR"

A poupança está em níveis baixos e a APS pretende revitalizar o segmento dos PPR, pedindo um benefício fiscal para quem poupa. Outra aposta é a poupança mista, de empresas e trabalhadores, para a reforma.
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Tiago Freire e Rosário Lira
Tiago Freire Rosário Lira 29 de outubro de 2017 às 22:10

A poupança dos portugueses tem vindo a cair, até porque os PPR e os depósitos ficaram menos  atractivos. A APS aponta vários caminhos para tentar inverter a situação.

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mais votado PPRs “prontos a vestir” ou “à medida” ? Há 3 semanas

E de pensar no seguinte:
Muitos investidores privados têm conhecimentos dos mercados de capitais que lhes permitiriam estruturar com vantagem os seus próprios PPR.
Não pagariam imposto de mais valias até à Reforma e quando lá chegassem então liquidariam ao Estado o imposto sobre as mais valias conseguidas.
O Estado não sairia minimamente prejudicado porque iria beneficiar do crescimento do capital do Investidor e este fruiria da possibilidade de aproveitar em pleno o crescimento exponencial resultante da acumulação de capital.
O investidor não teria de pagar comissões às companhias de seguros (refletindo despesas e lucros para as seguradoras seguramente muito superiores aos custos reais do PPR) e em acréscimo poderia ajustar com maior precisão o nível de risco do PPR ao seu nível desejável de tolerância ao risco.
Seriam as vantagens de um “fato feito “à medida” sobre um adquirido “pronto a vestir”, com, em acréscimo, a economia de comissões e consequentes maiores rendibilidades.

comentários mais recentes
Salvar moribunda Bolsa Portuguesa, estimular poupa Há 3 semanas

Além dos supramencionados PPRs individuais, outra iniciativa em que valeria a pena pensar para os investidores privados seria o equivalente ao que em França se denomina de “Plan d´épargne en Actions (PEA) e que possibilita aplicar, salvo erro, até 150.000 €, num período de 5 anos com isenção de impostos sobre os dividendos e as mais valias, desde que não se proceda a levantamentos.
Poderia ser uma possível e enérgica salvação (mesmo que só temporária) para a moribunda Bolsa Portuguesa e, muito principalmente, um estímulo deliberado, racional e seguramente eficaz para os Portugueses pouparem mais na expectativa de serem melhor recompensados.

PPRs “prontos a vestir” ou “à medida” ? Há 3 semanas

E de pensar no seguinte:
Muitos investidores privados têm conhecimentos dos mercados de capitais que lhes permitiriam estruturar com vantagem os seus próprios PPR.
Não pagariam imposto de mais valias até à Reforma e quando lá chegassem então liquidariam ao Estado o imposto sobre as mais valias conseguidas.
O Estado não sairia minimamente prejudicado porque iria beneficiar do crescimento do capital do Investidor e este fruiria da possibilidade de aproveitar em pleno o crescimento exponencial resultante da acumulação de capital.
O investidor não teria de pagar comissões às companhias de seguros (refletindo despesas e lucros para as seguradoras seguramente muito superiores aos custos reais do PPR) e em acréscimo poderia ajustar com maior precisão o nível de risco do PPR ao seu nível desejável de tolerância ao risco.
Seriam as vantagens de um “fato feito “à medida” sobre um adquirido “pronto a vestir”, com, em acréscimo, a economia de comissões e consequentes maiores rendibilidades.

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