Turismo & Lazer Quatro hotéis de luxo para um safari em África

Quatro hotéis de luxo para um safari em África

Quatro novas propriedades mostram que nunca houve tanto conforto na savana. Conheça-as.
Ruckomechi Camp, Zimbábue Ruckomechi Camp, Zimbábue Ruckomechi Camp, Zimbábue Ruckomechi Camp, Zimbábue The Highlands, Tanzânia The Highlands, Tanzânia The Highlands, Tanzânia The Highlands, Tanzânia Arijiju, Quênia Arijiju, Quênia Arijiju, Quênia Singita Lebombo, África do Sul Singita Lebombo, África do Sul Singita Lebombo, África do Sul Singita Lebombo, África do Sul
Bloomberg 01 de Dezembro de 2016 às 14:00

Num safari em África, é dado certo que o turista ficará com a roupa suja quando sair à procura de leões. Mas de regresso ao hotel, o momento rústico termina. Hoje em dia, o luxo nas florestas está a ser elevado a novos patamares — literal e figurativamente. Da Cratera do Ngorongoro, na Tanzânia, ao primeiro acampamento cinco estrelas do mundo, na região de piscinas naturais de Mana Pools, no Zimbabué, quatro novas propriedades mostram que nunca houve tanto conforto na savana.

 

Ruckomechi Camp, Zimbabué 

Os empreendimentos de safari no Zimbabué estão a fazer sucesso por diversas razões: guias de primeira linha, vastas oportunidades para aventuras a pé e em canoas e preços relativamente acessíveis. O segredo mais bem guardado talvez seja Mana Pools, uma reserva no Vale do Zambezi com alta concentração de canídeos selvagens que acaba de ganhar o seu primeiro hotel de luxo. As 10 tendas do Ruckomechi têm chuveiros enormes ladeados de vidros, de onde se vê o rio e elefantes de passagem. Diárias a partir de 1.480 dólares.

 

The Highlands, Tanzânia

A Cratera do Ngorongoro é um dos poucos lugares onde se vê centenas de espécies de animais numa reserva única compacta. O Highlands, da Asilia Africa, é a jóia da coroa da região. São oito domos geodésicos — todos com tecido tartan, tapetes de couro bovino e lareira —próximos à beira da cratera. Vêm com acesso exclusivo a aldeias Maasai, à Cratera do Empakaai (muito frequentada por flamingos) e a locais privados para piquenique perto do vulcão Ngorongoro. Diárias a partir de 690 dólares.

 

Arijiju, Quénia

Demorou 10 anos a construção desta propriedade no topo do Platô Laikipia, região remota conhecida pelas populações de rinocerontes e pela vista do pico nevado do Monte Quénia. O esforço compensou: o design é extravagante, com portais em abóbada, jardim ao estilo dos mosteiros da Etiópia, candelabros de cristal e banho turco. A "suíte estrela" é de deixar a boca aberta, com uma cama ao ar livre para quem quiser observar as estrelas durante a noite toda. O custo é superior a 7.500 dólares por noite.

 

Singita Lebombo, África do Sul 

Ao longo de 26 anos de existência, a marca Singita estabeleceu-se como referência para acampamentos de luxo. A unidade Lebombo passou por uma reforma completa e não é excepção. As 13 suites com paredes de vidro — localizadas numa concessão privada de 133 quilómetros quadrados próxima do Kruger Park — são mobiladas ao estilo rattan. Após uma expedição para ver leopardos, o turista pode relaxar nos tratamentos de spa ao ar livre ou dar um mergulho na piscina. Para acompanhar o jantar, peça uma garrafa de vinho branco sul-africano de produção limitada de uma das maiores colecções do continente. Quartos a partir de 3.240 dólares por noite.

 
Veja as imagens na fotogaleria em cima para conhecer os quatro hotéis.

Tradução de artigo publicado na Bloomberg a 29 de Novembro 




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