Negócios num minuto  Que números marcam o arranque da liquidação do BES?

Que números marcam o arranque da liquidação do BES?

O Banco de Portugal determinou a liquidação do BES em Julho do ano passado. Diogo Cavaleiro, jornalista do Negócios, explica que dados são estes e a que se deve o buraco de 5,6 mil milhões de euros.
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Negócios 02 de junho de 2017 às 16:52



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mais votado Anónimo 02.06.2017

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

comentários mais recentes
Em nome da transparência e dos contribuintes 02.06.2017

Uma pergunta ingénua :
Por acaso, o empréstimo contraído, junto do então BES (ainda antes da bronca) para compra da MEO ARENA, por LUÍS MONTEZ (genro do CAVACO) não foi contabilizado no BES MAU, sendo que, SE o foi, acabarão por ser os contribuintes a pagar a referida compra do MEO ARENA ?

Anónimo 02.06.2017

Se o governo decreta que não existem excedentários e que os empregos no Estado são garantidamente vitalícios e sempre a subir, é óbvio que os bancos ganham logo um universo de potenciais clientes no mercado do crédito ao consumo e à habitação sem paralelo. Os custos financeiros e de oportunidade dessa imprudência lunática não desaparecem. Simplesmente são gradual e temporariamente transferidos para os agentes económicos com capacidade para criar valor através do investimento, da inovação e do empreendedorismo. O país empobrece e perde autonomia e sustentabilidade económica e financeira. No curto prazo, algumas gerações de agentes económicos dos sectores ligados ao excedentarismo de carreira sindicalizado ou independente, ao capitalismo de compadrio, ao tresloucado keynesianismo despesista e ao sindicalismo radical de inspiração marxista acumulam algum bem-estar temporário enquanto este processo de extracção de valor do Estado, da economia e da sociedade avança e se consolida. Depois...

Conselheiro de Trump 02.06.2017

O dorminhoco vem pode fechar as comportas,mas alguma coisa me diz q o rio ainda vai transbordar o leito e mais q 1 vez.O engano para o roubo nao pode passar sem ser crime,e o banco de portugal esta por de traz da sacanisse,tal como cavaco silva.Os americanos nao sao pecos.muito pano para mangas aind

Anónimo 02.06.2017

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

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