Telecomunicações Quer uma lista telefónica impressa? O prazo termina a 16 de Novembro

Quer uma lista telefónica impressa? O prazo termina a 16 de Novembro

O prazo para pedir uma lista telefónica arrancou esta segunda-feira. A Meo é a operadora responsável pelo serviço.
Quer uma lista telefónica impressa? O prazo termina a 16 de Novembro
Sara Ribeiro 10 de outubro de 2016 às 17:30

A partir desta segunda-feira, 10 de Outubro, já é possível pedir uma lista telefónica à Meo, prestador do serviço universal. O prazo decorre até 16 de Novembro, informou a Anacom em comunicado.

Agora, as listas telefónicas já não são entregues porta a porta, mas apenas a quem as pedir previamente. A entrega é gratuita no caso de se tratar da lista da área de residência.

Quem precisar de mais listas, de outras regiões, também terá que as solicitar, mas terá que "suportar despesas com portes e expedição se as quiser receber na morada indicada por si". "Caso prefira levantá-las nas duas lojas da Meo disponíveis para o efeito, uma em Lisboa e outra no Porto, e desde que o indique previamente, também o poderá fazer e nesse caso sem quaisquer custos", detalha a Anacom.

O regulador informa ainda que os pedidos deverão ser feitos através do número 808 204 204 ou pelo site www.118net.pt.

O novo modelo de distribuição de listas telefónicas apenas para quem as solicitar deveu-se ao facto de muitas pessoas acederem à informação por via electrónica. O "que possibilita reduzir drasticamente a utilização de papel, com impacto favorável em termos ambientais e de custos", explica o regulador.

O Governo adjudicou à Meo, da PT Portugal, o serviço universal de disponibilização de listas telefónicas e do serviço informativo (o serviço 118) em Maio do ano passado, na sequência de um concurso público que contou com duas propostas.

O valor do contrato, de cerca de 3,523 milhões de euros, será suportado pelo fundo de compensação do serviço universal de comunicações electrónicas.

O Executivo teve algumas dificuldades em encontrar um fornecedor para o serviço de listas telefónicas, tendo o primeiro concurso público ficado deserto.

Depois de não ter captado nenhum concorrente, o Governo de Passo Coelho, decidiu fazer uma nova tentativa tendo aberto novo concurso no final de Fevereiro do não passado, cujo critério principal se baseou no "mais baixo preço".


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