Telecomunicações Receitas da Meo sobem 0,1% para 576 milhões

Receitas da Meo sobem 0,1% para 576 milhões

No segundo trimestre deste ano a PT Portugal atingiu receitas de 576 milhões. Já o EBITDA subiu 8% para 255 milhões.
Receitas da Meo sobem 0,1% para 576 milhões
Marta Poppe
André Cabrita-Mendes 27 de julho de 2017 às 22:15
As receitas da Meo subiram 0,1% para 576 milhões de euros no segundo trimestre deste ano face ao trimestre homólogo. Já o EBITDA ajustado da companhia recuou 8,3% para 255 milhões de euros no final de Junho. Com a margem do EBITDA a recuar 4,1% para 44,4%.

Os resultados foram divulgados esta quinta-feira, 27 de Julho, pela Altice, a casa mãe da Meo, liderada por Claudia Goya (na foto).

"Em Portugal estamos a continuar com a implementação acelerada da fibra óptica, assim como a diversificar no segmento de media com o anúncio da aquisição da Media Capital, tal como fizemos com muito sucesso nas nossas aquisições de media em França", disse o presidente executivo da Altice, Michel Combes.

O nível de investimento em Portugal atingiu os 110,6 milhões de euros no final de Junho, mais 23,4% face ao trimestre homólogo.

Por segmentos, os proveitos do fixo para a área residencial recuaram dos 171 milhões para os 164 milhões, somando um total de 1,58 milhões de subscritores, mais 345 mil subscritores face ao trimestre homólogo. A receita única por utilizador neste segmento (ARPU) subiu de 38,4 euros para 38,9 euros.

No segmento fixo para a área residencial com fibra óptica, a maioria dos clientes (506 mil) subscrevem um pacote de serviços, mais 114 mil face a 2016, com uma taxa de penetração de 93%.

No final do segundo trimestre a PT tinha 514 mil clientes de banda larga, mais 33 mil face a 2016, e 539 mil de telefone fixo, mais 34 mil.

Em relação à expansão da rede, a Meo fechou o segundo trimestre com 4,999 milhões de euros de casas cabladas, com 3,451 milhões com fibra óptica.

Já os proveitos do móvel subiram três milhões de euros para 144 milhões. Os clientes pós-pagos cresceram em 61 mil para 2,769 milhões de subscritores. Já os clientes pré-pagos continuam a ser a maior fatia com 3,562 milhões, mais 162 mil face ao ano passado. A receita única por utilizador neste segmento (ARPU) recuou de 6,8 euros para 6,4 euros.

Já as receitas no segmento empresarial recuaram três milhões de euros para os 230 milhões no segundo trimestre deste ano.

(Notícia actualizada às 22:47)



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