Mercados Regulação: Novas regras reforçam protecção dos investidores
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Regulação: Novas regras reforçam protecção dos investidores

Reduzir os conflitos de interesse, aumentar a transparência e garantir que os produtos são adequados ao clientes são os principais objectivos da nova directiva para os mercados financeiros.
Regulação: Novas regras reforçam protecção dos investidores
Miguel Baltazar
Patrícia Abreu 02 de fevereiro de 2017 às 00:01

Limitar os incentivos que podem ser concedidos na venda de produtos financeiros, melhorar a  sua adequação às características dos clientes e dar acesso a mais informação. Estas são algumas das alteraç

)

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião5
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Mifid e Revolução nos Fundos (1) Há 3 semanas

A 1 de Maio de 2016 lia-se na imprensa com base em notícia do Financial Times: “ A Comissão Europeia vai impor a arquitetura aberta na comercialização dos fundos de investimento.Sob a nova legislação europeia conhecida como Mifid II, os gestores de ativos se quiserem continuar a receber comissões terão de oferecer aos clientes fundos de investimento de sociedades externas ao banco a que pertencem”.
Se a imposição for de fato concretizado; se não houver “espertezas saloias” a tornear a medida; se uma CMVM, com uma Vice-Presidente que veio dos fundos de investimento, estiver vigilante – tal pode abrir uma nova era relativamente ao futuro em Portugal de instrumentos (por alguém de Referência apelidados dos “Depósitos do século XXI”), suscetíveis de oferecer a quem esforçadamente poupa (em tempo de “vacas magras” na remuneração dos Depósitos), o estimulo de rendibilidade compensatório do sacrifício de privilegiar a prosperidade no futuro em detrimento do consumo no presente.

comentários mais recentes
RE: Vendas a descoberto Há 3 semanas

Amigo: com o devido respeito e compreendendo a sua opinião (não desinteressada), recordo que a inexistência de vendas a descoberto leva a uma maior dificuldade de convergência das cotações para o valor que o conjunto dos investidores pensa corresponder ao real valor, ou valor intrínseco dos títulos. Sem vendas a descoberto, as cotações tendem a repercutir preferencialmente a visão dos investidores mais otimistas, e não tanto, como desejado, a visão do conjunto (otimistas e pessimistas) dos investidores. Embora possam ser muito antipáticas e inevitavelmente contrárias aos interesses de uma fração dos investidores, as vendas a descoberto são socialmente objetivamente muito úteis, e do interesse do conjunto dos investidores. Deverão é ser cuidadosamente regulamentadas e fiscalizadas. Mas isso já é uma outra questão. Abraço e boa sorte nos seus investimentos.

Mifid e Revolução nos Fundos (2) Há 3 semanas

O abaixo citado pode ser uma "revolução" porque é talvez a mais eficaz das atuações contra aquilo a que o ex-presidente da CMVM, Carlos Tavares, se referiu como sendo um "défice de concorrência" nos fundos de investimento em Portugal. Haverá entre nós excelentes profissionais no domínio dos fundos, mas o seu potencial de aproveitamento estará muito aquém do que seria possível porque os grandes grupos bancários, tornando apenas acessíveis aos seus clientes, os seus próprios fundos, defendem-nos da sua possível falta de qualidade relativa, da exorbitância das comissões que cobram, da ocultação de riscos perversos que só quem é íntimo da gestão conhece. É uma situação de efetivo oligopólio que com a medida citada irá desejavelmente acabar, para bem dos investidores em fundos, para bem do País que precisa de estimular a poupança, e para bem dos próprios bancos cujo sucesso, a longo prazo, depende da sua competitividade nos domínios da qualidade e da variedade dos fundos que oferecem.

Mifid e Revolução nos Fundos (1) Há 3 semanas

A 1 de Maio de 2016 lia-se na imprensa com base em notícia do Financial Times: “ A Comissão Europeia vai impor a arquitetura aberta na comercialização dos fundos de investimento.Sob a nova legislação europeia conhecida como Mifid II, os gestores de ativos se quiserem continuar a receber comissões terão de oferecer aos clientes fundos de investimento de sociedades externas ao banco a que pertencem”.
Se a imposição for de fato concretizado; se não houver “espertezas saloias” a tornear a medida; se uma CMVM, com uma Vice-Presidente que veio dos fundos de investimento, estiver vigilante – tal pode abrir uma nova era relativamente ao futuro em Portugal de instrumentos (por alguém de Referência apelidados dos “Depósitos do século XXI”), suscetíveis de oferecer a quem esforçadamente poupa (em tempo de “vacas magras” na remuneração dos Depósitos), o estimulo de rendibilidade compensatório do sacrifício de privilegiar a prosperidade no futuro em detrimento do consumo no presente.

Anónimo 02.02.2017

Todas as alterações são importantes, falta (UMA QUE É A MAIS IMPORTANTE ) não deixar vender ações a descoberto. Quem tem dinheiro não pode ter esse poder nem nenhuma empresa que compre e venda ações.

ver mais comentários
Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub