Banca & Finanças Relatório da CGD não vê pressão da tutela dos créditos
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Relatório da CGD não vê pressão da tutela dos créditos

Da autoria do deputado do PS, Carlos Pereira, o relatório preliminar critica a recapitalização, “pelos mínimos”, de 2012, e sublinha que não houve pressão da tutela em operações creditícias da Caixa.
Relatório da CGD não vê pressão da tutela dos créditos
Tiago Sousa Dias/Correio da Manhã
Diogo Cavaleiro 04 de julho de 2017 às 06:00

"Em nenhuma situação ocorreram declarações na comissão parlamentar de inquérito que permitissem concluir da existência de práticas de pressão da tutela para aprovação de cré)

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mais votado Anónimo 04.07.2017

Mas onde é que está escrito que os colaboradores assalariados da banca não são elegíveis para requerer o RSI junto do Instituto da Segurança Social após uma bem planeada reestruturação que elimine ou reduza o excedentarismo detectado? Para os da Função Pública está escrito na constituição, temos que os gramar (e sustentar) quando são excedentários, mas para os da banca onde é que isso está escrito? É que mesmo estando em Portugal, para esses casos, se atentarmos ao pormenor legislativo não parece existir base legal que sustente que esta classe de bandidos nos possa andar a roubar da forma que o tem feito. Nenhum Estado do mundo desenvolvido vai à falência se despedir excedentários, flexibilizar as regras laborais para o sector público e privado e atribuir um RSI a cada um.

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Anónimo 04.07.2017

Mas onde é que está escrito que os colaboradores assalariados da banca não são elegíveis para requerer o RSI junto do Instituto da Segurança Social após uma bem planeada reestruturação que elimine ou reduza o excedentarismo detectado? Para os da Função Pública está escrito na constituição, temos que os gramar (e sustentar) quando são excedentários, mas para os da banca onde é que isso está escrito? É que mesmo estando em Portugal, para esses casos, se atentarmos ao pormenor legislativo não parece existir base legal que sustente que esta classe de bandidos nos possa andar a roubar da forma que o tem feito. Nenhum Estado do mundo desenvolvido vai à falência se despedir excedentários, flexibilizar as regras laborais para o sector público e privado e atribuir um RSI a cada um.

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