Banca & Finanças Resultados da Caixa num minuto

Resultados da Caixa num minuto

Caixa Geral de Depósitos apresentou prejuízos, no primeiro semestre deste ano, de 50 milhões de euros. Veja o resumo dos números divulgados pelo banco público.
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Negócios 31 de julho de 2017 às 13:27



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Anónimo 31.07.2017

A CGD deve ser pública mas deve estar cotada na bolsa de valores em simultâneo. O Estado deve reter uma participação accionista maioritária, digamos de um mínimo de 51% do capital accionista e direitos de voto, mas o restante deve ser disperso no mercado de acções (os grandes bancos da República Popular da China, que é hoje uma economia mista de mercado, tendencialmente capitalista com capitalismo de Estado inclusivé, como as são as da UE e da América do Norte, seguem este modelo). Dito isto, o despedimento de excedentários e a adopção das mais adequadas e modernas tecnologias da área das fintech, sempre numa óptica de mercado ainda que neste caso a organização seja do sector público, devem ser prioridades da gestão.

Anónimo 31.07.2017

O dinheiro que se desperdiça com empresas públicas com excesso de custos salariais como a CGD e a CP ou com o excedentarismo no sector público em sentido lato, dava para investir num bom sistema de segurança, identificação, alarme e video-vigilância nos paióis e arsenais portugueses assim bem como em meios aéreos adequados ao combate a fogos e em equipamento para limpar uma boa faixa de mata junto às estradas do nosso território.

Anónimo 31.07.2017

Na CGD é o que é. Não despedem nem que os 2200 colaboradores que não são mais lá precisos assaltem a caixa forte e cuspam em que lhes deu de comer. Nós vamos pagando chorudas comissões e impostos. As leis deste país protegem os ordinários. Na banca de retalho as leis também não os queriam deixar ser precários. Tinham que ser definitivos cheios de direitos adquiridos custasse o que custasse. Depois foi o que se viu.

Anónimo 31.07.2017

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas? As do escândalo CGD e de outros escândalos semelhantes. Há muitos casos destes nas organizações portuguesas.

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