Web Summit Rival do WhatsApp está "à procura de oportunidades na Europa"

Rival do WhatsApp está "à procura de oportunidades na Europa"

O presidente executivo da Line diz que o "fenómeno dos adolescentes não saberem enviar e-mails" não se aplica só ao Japão. E admite que está a olhar para o mercado europeu.
Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar
Miguel Baltazar - Fotografia
Sara Ribeiro 08 de novembro de 2016 às 11:48

A Line, aplicação gratuita que permite fazer chamadas de voz e enviar mensagens instantâneas, protagonizou a maior oferta pública inicial (IPO) do sector tecnológico do ano.

 

Durante o Web Summit, que está a decorrer em Lisboa até ao próximo dia 10 de Novembro, o presidente executivo da empresa adiantou que utilizou os 1,1 mil milhões de dólares (cerca de 995 milhões de euros à cotação actual) angariados nos IPO nas bolsas de Tóquio e de Nova Iorque para investir em novos serviços, como a oferta de música e o desenvolvimento de "bots", sistemas automatizados e programados para executar autonomamente determinadas tarefas.

 

"Já temos serviços de entrega de produtos que usam 'bots' diariamente", adiantou esta terça-feira 8 de Novembro Takeshi Idezawa (na foto). Apesar de estar acompanhado por uma tradutora, Idezawa começou a sua intervenção por cumprimentar a audiência em português.

 

Questionado sobre o foco do crescimento da empresa ainda estar centrado na Ásia, o presidente executivo da Line Corporation esclareceu que o "fenómeno" dos adolescentes não saberem enviar um email até irem para a universidade, tendo em conta que só utilizam os chats de conversações com os amigos, não se aplica apenas ao Japão. "É global".

 

E adiantou que o objectivo da empresa, que depois do IPO ficou com uma avaliação de 9 mil milhões de dólares (8,14 mil milhões de euros), passa por crescer noutros mercados além da Ásia. E o velho continente está na lista: "Temos procurado oportunidades na Europa", adiantou.




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