Media RTP: Alargamento de canais na TDT "não é capricho, é dever"

RTP: Alargamento de canais na TDT "não é capricho, é dever"

O presidente do canal público, Gonçalo Reis, acredita que a entrada da RTP3 e da RTP Memória na TDT vai impulsionar trabalho da indústria audiovisual nacional.
RTP: Alargamento de canais na TDT "não é capricho, é dever"
Miguel Baltazar
Sara Ribeiro 16 de Novembro de 2016 às 16:05

O alargamento da RTP3 e da RTP Memória à televisão digital terrestre (TDT) irá, "obviamente traduzir-se em mais trabalho" para as produtoras portuguesas, disse Gonçalo Reis, presidente da RTP, durante a apresentação oficial dos dois novos canais em sinal aberto.

 

"Não o fazemos por capricho, fazemos por dever", referiu, acrescentando que actualmente 2,5 milhões de portugueses têm acesso à TDT.

 

A conferência, que contou com a presença do conselho de administração do grupo bem como de vários directores, decorreu esta quarta-feira em Muge, Salvaterra de Magos. O motivo? "Queríamos sair de Lisboa e fazer a apresentação fora de centros urbanos para mostrar o impacto de levar a TDT para todas as regiões", comentou Gonçalo Reis.

 

A partir de 1 de Dezembro a plataforma digital vai passar a ter sete canais: RTP1, RTP2, SIC, TVI, Canal Parlamento, RTP3 e RTP Memória. E, mais tarde, serão atribuídas duas novas licenças para canais privados.

 

Uma das contra-partidas para a entrada dos dois novos canais públicos passa por não terem publicidade na transmissão em sinal aberto.

 

"O objectivo da RTP não é dominar a TDT, mas cumprir o nosso dever", concluiu.




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