Banca & Finanças Salários na Caixa: há tectos para todos os gostos
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Salários na Caixa: há tectos para todos os gostos

Os partidos estão a preparar limites aos salários da administração da Caixa. No entanto, as divergências nas propostas podem deixar tudo na mesma.
Salários na Caixa: há tectos para todos os gostos
Miguel Baltazar
Marta Moitinho Oliveira 25 de Outubro de 2016 às 00:01

A revelação dos salários da nova equipa de gestão da Caixa veio reacender nos partidos a vontade de legislar para impor tectos às remunerações do conselho de administração do banco pú

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mais votado JCG Há 1 semana

Grande confusão nas cabeças de PC's e BE's sobre disparidades salariais. Vou ajudar a arrumarem ideias. Valor limite civilizado para o salário mais alto: 15 a 20 vezes o salário mais baixo; cumpra-se na esfera pública e na privada a ultrapassagem implicará agravamento do IRC e TSU.

comentários mais recentes
JCG Há 1 semana

Gostaria de ver BE e PCP a introduzirem empenhadamente na AR dois temas:
1º quais os objetivos fixados pelo acionista à administração da CGD;
2º a farsa das comissões de remuneração dos gestores - instrumento usado por uma casta para se favorecem uns aos outros e engordarem os ganhos de todos.

JCG Há 1 semana

Admito que a empresa pague bónus a título de participação nos lucros (terá de haver lucros), proporcionais ao salários para toda a gente, atá 20% do excedente após os lucros remunerarem o capital investido pelo acionista, no caso da CGD no mínimo igual à taxa juro mais alta paga na dívida pública.

JCG Há 1 semana

Tal sistema ou prática generalizada (olhem em volta) parece boa para gestores e acionistas das empresas. Por isso parece mandamento divino. Mas só no curto prazo. Porquê? porque corroi a coesão interna nas empresas, desmotiva e revolta parte dos trabalhadores e gera ineficiência organizacional.

JCG Há 1 semana

Além disso, ligar diretamente os salários mais altos aos mais baixos pagos nas empresas inverte os atuais incentivos que são os de os gestores cortarem nos salários dos outros trabalhadores para se apropriarem pessoalmente de grande parte das poupanças/ ganhos, deixando algum para os acionistas.

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