Agricultura e Pescas "Sector agrícola não pode ter 278 políticas", diz o presidente da CAP

"Sector agrícola não pode ter 278 políticas", diz o presidente da CAP

Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP, está contra a transferência de competências de matérias como o ordenamento florestas para as câmaras municipais.
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Celso Filipe Rosário Lira 14 de maio de 2017 às 20:58

"O sector agrícola não pode ter 278 políticas agrícolas, porque são 278 concelhos. Se cada um tiver uma maneira de ver o assunto as medidas serão aplicadas de uma forma absurda na nossa maneira de ver".

É assim que o presidente da CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal), Eduardo Oliveira e Sousa reage à possibilidade da gestão da área florestal passar para a tutela dos municípios.

Na Conversa Capital, entrevista conjunta ao Negócios e à Antena 1, que pode ler na edição impressa de segunda-feira, 15 de Maio, Eduardo Oliveira e Sousa, sublinha que o sector das florestas sempre teve enorme peso e muita competência no Ministério da Agricultura, uma competência que diz não existir nas câmaras municipais. Para o líder da CAP trata-se de uma situação impensável.  




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comentários mais recentes
Conselheiro de Trump 14.05.2017

Secalhar e assim:muitas politicas agricolas,muitos terrenos,muito sol------pouca agua e pouco dinheiro=3contra 2 ganha o excedentarismo.Ha uma coisa que gostava de dizer:se os produtos saudaveis fossem mais acessiveis aos bolsos da genaralidade,secalhar poupava-se nos hospitais.Menos entraves ajuda.

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