Automóvel Sector automóvel prevê subida de 2% nas vendas este ano

Sector automóvel prevê subida de 2% nas vendas este ano

O mercado português deverá desacelerar este ano depois do crescimento de 15% registado em 2016.
Sector automóvel prevê subida de 2% nas vendas este ano
Miguel Baltazar
André Cabrita-Mendes 07 de fevereiro de 2017 às 12:30

As vendas de automóveis ligeiros em Portugal deverá crescer 2% em 2017 face ao período homólogo. Esta é a estimativa da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) que prevê vendas totais de 247 mil unidades.

 

As vendas de ligeiros de passageiros deverão subir 2% face a 2016 para um total de 211 mil unidades. Já as vendas de comerciais ligeiros deverão crescer 3% para um total de 36 mil unidades. Em 2016, foram registadas vendas totais de 242 mil automóveis, mais 15,7% face ao ano anterior.

 

As previsões foram apresentadas pela ACAP em conferência de imprensa esta terça-feira, 7 de Fevereiro, tendo em conta vários indicadores como a evolução do consumo privado, o investimento das empresas e também e as vendas de automóveis para aluguer (rent-a-car), cujas vendas deverão voltar a aumentar este ano.

 

Olhando para 2018, a ACAP prevê vendas de 252 mil unidades de ligeiros de passageiros e comerciais, um crescimento de 2% face ao estimado para 2017.

 

As vendas de ligeiros de passageiros deverão subir 2% para 215,5 mil unidades, enquanto os comerciais ligeiros deverão aumentar 3% para 37 mil unidade.

 

O mercado automóvel gerou um volume de negócios de 16,5 mil milhões de euros em 2015, num universo de 28 mil empresas, empregando 90 mil trabalhadores. Estes dados incluem o comércio de automóveis e motociclos, mas também a manutenção e reparação.

 

Nos últimos 16 anos, o ano de 2000 foi quando se venderam mais automóveis (419 mil veículos), com as vendas a baterem no fundo em 2012 (113 mil veículos) para recuperarem até 2016 quando foram registados um total de 247 mil veículos, incluindo pesados.




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comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Desde que o crédito funcione, porque não endividar-me para comprar um carro novo.Seguramente é com o crédito que o sector automóvel está a contar, nem que para isto as importações de "bens de 1ª necessidade" alterem a balança comercial e a dívida do país.

eduardo.santos Há 2 semanas

Façam as contas em Dezembro, Janeiro

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