Banca & Finanças Seguradoras defendem fundo contra grandes catástrofes

Seguradoras defendem fundo contra grandes catástrofes

Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores defende que se devia estudar a criação de um fundo que possa lidar melhor com os danos de grandes eventos extremos, como os incêndios ou as cheias.
A carregar o vídeo ...
Tiago Freire
Tiago Freire Rosário Lira 28 de outubro de 2017 às 21:00
A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) defende a criação de um Fundo contra grandes catástrofes, de forma a responder aos danos provocados por eventos extremos como cheias ou incêndios. Em entrevista ao programa Conversa Capital, da Antena1 e do Jornal de Negócios, José Galamba de Oliveira considera que, depois do que aconteceu com os incêndios deste Verão, chegou a altura de voltar a colocar o assunto em cima da mesa. 

O fundo poderia ser criado nomeadamente com contribuições do sector, incluindo a participação internacional via resseguro, e abranger outro tipo de fenómenos. Espanha é dada como um exemplo onde um fundo deste tipo já existe.

"São fundos que normalmente têm contribuições do próprio sector segurador através por exemplo dos seguros de incêndios, que podem fazer uma contribuição para esses fundos", ilustrou.

A Conversa Capital pode ser escutada na íntegra na Antena 1, neste domingo a partir da 1 da tarde, e pode ser lida na edição de segunda-feira do Jornal de Negócios.

 



A sua opinião6
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

"São fundos que normalmente têm contribuições do próprio sector segurador através por exemplo dos seguros de incêndios, que podem fazer uma contribuição para esses fundos".
Desde que não seja com o dinheiro público, façam os fundos que quiserem.

Anónimo Há 2 semanas

Acrescenta Terramotos e vulcões.

Anónimo Há 2 semanas

ADVOGADOS, BANCOS, SEGURADORAS SÃO AS MAIORES CORJAS QUE JÁ SE VIU EM PORTUGAL.

dr.bcp Há 2 semanas

Paga Zé.

ver mais comentários
Saber mais e Alertas
pub