Banca & Finanças Senhor que se segue na CGD tem desafios de gestão e políticos
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Senhor que se segue na CGD tem desafios de gestão e políticos

O próximo presidente da Caixa tem pela frente diversas prioridades de gestão, desde pacificar a relação com os quadros a concluir a capitalização. Também há desafios políticos. As diferentes visões partidárias para a CGD podem ser o maior obstáculo.
Senhor que se segue na CGD tem desafios de gestão e políticos
Cátia Barbosa/Negócios
Maria João Gago 02 de Dezembro de 2016 às 00:01

Decidir o destino dos três gestores da equipa de Domingues que não renunciaram

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comentários mais recentes
JCG Há 3 dias

Parece que há muita gente que apenas quer que não se fale nos problemas, não se importando que a porcaria seja varrida para debaixo do tapete ou com o que se passa por detrás dos biombos, mas essa é uma atitude negligente e irresponsável que eu não sigo. Não é assim que se corrigem situações e se evitam mais e maiores problemas no futuro.
Quero saber porque razão a CGD, que em 2014 registou prejuizos de 1139 milhões de euros, em 2015 aumentou custos com o pessoal em 15%, de 514,2 para 590,8 milhões de euros, e os custos médios por trabalhador em 21% (atingindo os 70,2 mil euros por cabeça) quando nos outros bancos mais comparáveis tais custos médios se situaram na faixa de 40 a 50 mil euros.
Sr PR, Sr 1º Ministro, o importante não é só capitalizar a CGD (injetar lá dinheiro espoliado aos contribuintes); é necessário que a CGD seja gerida de forma eficiente e austera e que não se aproveite a frouxidão do acionista para quem lá está se servir.
Afinal, a CGD paga muito acima do mercado.

ze pires Há 3 dias

Como ministro da saùde, foi uma calamidade,
agora vai a CGD abaixo,
é um incompetente, mas é o que arranjam,
com salérios multimilionàrios,
foda-se a politica portuguesa............

Anónimo Há 3 dias

Senhora jornalista, depois de tanta lenga lenga de tanta falta de transparência de titulares de cargos públicos e sobretudo de tanta perca de tempo pois 2020 está aí a porta, que tal deixar Paulo Macedo trabalhar !

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