Empresas SIBS: Ter mais empresas nacionais a vender online depende de "trabalho muito partilhado"

SIBS: Ter mais empresas nacionais a vender online depende de "trabalho muito partilhado"

A presidente executiva da SIBS, Madalena Cascais Tomé, afirmou esta quinta-feira que o aumento do número de empresas portuguesas a vender online depende de um "trabalho muito partilhado" entre comerciantes e entidades que disponibilizam pagamentos.
SIBS: Ter mais empresas nacionais a vender online depende de "trabalho muito partilhado"
Lusa 09 de fevereiro de 2017 às 20:08

Na conferência "A (R) Evolução nos Pagamentos Digitais", em Lisboa, a responsável indicou que 38% empresas nacionais têm presença online e que apenas 17% têm actividade de comércio electrónico.

 

"Tem que haver soluções disponíveis" e "cada vez mais simples" para pagamentos, enumerou Madalena Cascais Tomé (na foto), acrescentando a necessidade de um "trabalho muito partilhado" de entidades como a SIBS (que gere a rede Multibanco) e dos comerciantes, para "formar soluções".

 

Na sua apresentação integrada no Fórum de Administradores e Gestores de Empresas, que decorreu em Lisboa, a responsável previu que o cartão bancário "não vai desaparecer num horizonte de médio prazo", ao contrário do que está a acontecer com o dinheiro físico.

 

"Há um maior uso dos meios digitais, que acumulam sobre os métodos tradicionais, os cartões podem vir a desmaterializar-se como as 'wallets' [carteira] através do telemóvel", acrescentou.

 

Actualmente, em compras físicas é utilizado numerário em 22% dos casos, enquanto online essa percentagem desce para 11%, ao utilizar-se o método de contra-entrega.

 

Citando vários estudos, a responsável indicou que o volume online de compras em Portugal deverá representar 6,3 mil milhões de euros em 2020.

 

Actualmente, mais de 50% dos portugueses que compram 'online gastam mais em 'sites' portugueses, mas mais de 80% já experimentaram 'sites' internacionais e 45% preferem plataformas estrangeiras.

 

A quota estimada do comércio online na totalidade é de 3,1% em Portugal, enquanto a média europeia é de 6,4%, citou ainda a responsável, referindo a "oportunidade" que as empresas portuguesas podem aproveitar.




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Conselheiro de Trump Há 2 semanas

Neste pais esse sistema e como a azeitona em portugal.Mas ha dias foi notica q vendem muito,mas muito desse muito e devolvido as empresas,e isso tem 1 custo duplo:custo da entrega,e custo da devolucao.Nao deixa de ser 1 tiro no escuro,para alem daquel descarado q se serve do produto e dep devolvio.

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