Banca & Finanças Sindicato da banca não vê razões para mais despedimentos no sector

Sindicato da banca não vê razões para mais despedimentos no sector

Paulo Marcos diz, ao Negócios e à Antena 1, que, "este ano, a generalidade dos bancos operando em Portugal vão ter resultados operacionais muito positivos". Já não é necessário cortar na estrutura.
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O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários não vê motivos para que haja reduções adicionais na banca portuguesa, como tem acontecido até aqui.

 

"Não há fundamento económico para continuar neste processo de sangria", defende Paulo Marcos, o líder do sindicato, na Conversa Capital, a ser transmitida este domingo na Antena 1 e publicada na segunda-feira no Negócios.

 

Segundo o presidente do SNQTB, é necessário alertar a sociedade para isso mesmo: "Compete alertar que o processo atingiu os seus objectivos". "Não há nenhuma razão ética, moral nem financeira" para que continuem os despedimentos. Nem necessidade, repetiu.
 

Paulo Marcos diz mesmo que "este ano, a generalidade dos bancos operando em Portugal vão ter resultados operacionais muito positivos".

Nos últimos anos, a saída de pessoal tem rondado os 2.000 trabalhadores por ano, sendo que, segundo o presidente do sindicato independente, houve uma "sangria" em 2016, superando esse número médio. 

De qualquer forma, Paulo Marcos admite que o processo de ajustamento ainda se mantém. 




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mais votado IS 18.06.2017

Esta é a perspectiva de um sindicato. Será necessário saber qual o grau de probabilidade necessário e suficiente para a fundamentação deste convencimento.

comentários mais recentes
Anónimo 17.07.2017

O factor trabalho é alocado em combinações variáveis com os factores capital e recursos para produzir da forma mais económica e eficiente bens e serviços com procura no mercado e que servem para satisfazer necessidades. Que parte desta factualidade elementar e indesmentível é que o sindicalista radical por natureza e o neoludista por profissão de fé, ainda não perceberam?

Anónimo 21.06.2017

Se a proibição do despedimento no sector da banca de retalho não me fosse descaradamente ao bolso, eu até deixava passar. O problema é que foi, vai e continuará a ir se ninguém se opuser. É muito dinheiro em comissões e impostos que me custam muito a ganhar e a poupar. Too big to fail tem de acabar. Reduzam-se à vossa insignificância. Não se façam maiores do que aquilo que conseguem ser. Desalavanquem. Desinchem. Façam como quiserem. Parem de querer fazer de toda a gente escravos do sector bancário de retalho e seus sindicatos. Para esclavagista já nos bastava a Frente Comum e o KKK.

IS 18.06.2017

Esta é a perspectiva de um sindicato. Será necessário saber qual o grau de probabilidade necessário e suficiente para a fundamentação deste convencimento.

Anónimo 18.06.2017

Com a integração do Popular no Santander será ingenuidade pensar que não serão perdidos mais empregos na banca...

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