Banca & Finanças Sindicato da banca não vê razões para mais despedimentos no sector

Sindicato da banca não vê razões para mais despedimentos no sector

Paulo Marcos diz, ao Negócios e à Antena 1, que, "este ano, a generalidade dos bancos operando em Portugal vão ter resultados operacionais muito positivos". Já não é necessário cortar na estrutura.
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O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários não vê motivos para que haja reduções adicionais na banca portuguesa, como tem acontecido até aqui.

 

"Não há fundamento económico para continuar neste processo de sangria", defende Paulo Marcos, o líder do sindicato, na Conversa Capital, a ser transmitida este domingo na Antena 1 e publicada na segunda-feira no Negócios.

 

Segundo o presidente do SNQTB, é necessário alertar a sociedade para isso mesmo: "Compete alertar que o processo atingiu os seus objectivos". "Não há nenhuma razão ética, moral nem financeira" para que continuem os despedimentos. Nem necessidade, repetiu.
 

Paulo Marcos diz mesmo que "este ano, a generalidade dos bancos operando em Portugal vão ter resultados operacionais muito positivos".

Nos últimos anos, a saída de pessoal tem rondado os 2.000 trabalhadores por ano, sendo que, segundo o presidente do sindicato independente, houve uma "sangria" em 2016, superando esse número médio. 

De qualquer forma, Paulo Marcos admite que o processo de ajustamento ainda se mantém. 


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mais votado IS Há 1 semana

Esta é a perspectiva de um sindicato. Será necessário saber qual o grau de probabilidade necessário e suficiente para a fundamentação deste convencimento.

comentários mais recentes
Anónimo Há 6 dias

Se a proibição do despedimento no sector da banca de retalho não me fosse descaradamente ao bolso, eu até deixava passar. O problema é que foi, vai e continuará a ir se ninguém se opuser. É muito dinheiro em comissões e impostos que me custam muito a ganhar e a poupar. Too big to fail tem de acabar. Reduzam-se à vossa insignificância. Não se façam maiores do que aquilo que conseguem ser. Desalavanquem. Desinchem. Façam como quiserem. Parem de querer fazer de toda a gente escravos do sector bancário de retalho e seus sindicatos. Para esclavagista já nos bastava a Frente Comum e o KKK.

IS Há 1 semana

Esta é a perspectiva de um sindicato. Será necessário saber qual o grau de probabilidade necessário e suficiente para a fundamentação deste convencimento.

Anónimo Há 1 semana

Com a integração do Popular no Santander será ingenuidade pensar que não serão perdidos mais empregos na banca...

Anónimo Há 1 semana

Em países que se deixaram capturar por uma cultura desonesta, onde o mais desonesto vence, e provinciana, pouco atenta à realidade global e à modernidade tal como ela lhes chega do mundo mais desenvolvido, com leis atrasadas, estupidamente redigidas e permissivas a todos os abusos e abusadores, o sindicalismo e o capitalismo de compadrio são capazes de pôr o ofertante de factor trabalho, bens ou serviços com zero procura de mercado na economia, chamemos-lhe o vendedor de areia no deserto, a viver tão ou mais confortavelmente do que o ofertante de factor trabalho, bens ou serviços com muita procura de mercado nessa mesma economia, chamemos-lhe o vendedor de água no deserto. E é claro, uma economia assim cheia de distorções, frontalmente anti-mercado, atrasa-se e empobrece.

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