Banca & Finanças Sindicato pede urgência para a reposição salarial na Caixa
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Sindicato pede urgência para a reposição salarial na Caixa

Os trabalhadores da CGD têm dois pedidos urgentes para Macedo: pôr fim aos cortes salariais e descongelar carreiras. Gestão corrente atrasou medida prevista no Orçamento.
Sindicato pede urgência para a reposição salarial na Caixa
David Martins/Correio da Manhã
Maria João Gago 01 de fevereiro de 2017 às 00:01

Os trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos querem que a nova administração ponha fim, com urgência, aos cortes salariais e ao congelamento de carreiras a que estão sujeitos desde 2010. "Estas são as questõ)

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado JCG 01.02.2017

Em 2014 a CGD registou prejuizos de mais de mil milhões de euros.
Em 2015 os custos médios com o pessoal aumentaram cerca de 20%.
Cada trabalhador da CGD custou em média em 2015 cerca de 70,2 mil euros. Nos 5 bancos maiores a seguir, com exclusão do NB, cada trabalhador custou em média cerca de 48 mil euros.
Alguém explica isto? Ou ser empresa pública significa ter a possibilidade de estorquir dinheiro/ impostos aos portugueses em geral para beneficiar de forma previlegiada quem se instalou nessas empresas?

comentários mais recentes
Mr.Tuga 01.02.2017

Fantastico!
As prioridades dos sindicaleiros....
O banco (dos tugas pagadores de impostos) está TODO Fuididio e vai necessitar de uns miseros BILIOES...
Mas a prioridade é aumentar a rapaziada....

Pedro 01.02.2017

Estes comentadores além de invejosos são mentirosos. Nem vale a pena perder tempo com gente desta. Só relembro que a inveja mata.

JCG 01.02.2017

Em 2014 a CGD registou prejuizos de mais de mil milhões de euros.
Em 2015 os custos médios com o pessoal aumentaram cerca de 20%.
Cada trabalhador da CGD custou em média em 2015 cerca de 70,2 mil euros. Nos 5 bancos maiores a seguir, com exclusão do NB, cada trabalhador custou em média cerca de 48 mil euros.
Alguém explica isto? Ou ser empresa pública significa ter a possibilidade de estorquir dinheiro/ impostos aos portugueses em geral para beneficiar de forma previlegiada quem se instalou nessas empresas?

Anónimo 01.02.2017

Claro e os portugueses, com os seus impostos, que paguem esses aumentos reposições na carreira. Não basta irem para a reforma aos 60 anos, terem vencimento excelentes quando comparados com os vencimentos nacionais e terem a banca rota à porta, querem aumentos e reposições.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub