Banca & Finanças Sonangol já tem luz verde do BCE para ir além de 20% do BCP

Sonangol já tem luz verde do BCE para ir além de 20% do BCP

A petrolífera angolana já tem autorização do BCE para ter mais de 20% do BCP. Autorização chegou antes de a Sonangol votar favoravelmente a subida do limite de votos para 30%, de que a empresa liderada por Isabel dos Santos também pode beneficiar.
Sonangol já tem luz verde do BCE para ir além de 20% do BCP
Miguel Baltazar
Maria João Gago 20 de dezembro de 2016 às 12:29
A Sonangol já tem luz verde do Banco Central Europeu para aumentar a sua posição no BCP para mais de 20%, sabe o Negócios. A decisão do supervisor abriu caminho a que a petrolífera angolana apoiasse a alteração ao limite de votos na instituição, aprovada esta segunda-feira em assembleia-geral. 

Com a autorização do BCE para reforçar a sua posição no BCP, a Sonangol fica com a possibilidade de equilibrar a sua posição accionista com a participação de 30% que a Fosun pretende assumir. Isto depois de o grupo chinês ter destronado a empresa liderada por Isabel dos Santos como maior accionista do banco liderado por Nuno Amado.

A entrada da Fosun no BCP, através da subscrição de um aumento de capital de 174,58 milhões de euros reservado ao conglomerado sediado em Xangai, diluiu a posição da Sonangol. A participação da petrolífera ficou reduzida a 14,9% (anteriormente estava nos 17,84%), enquanto o grupo chinês passou a ser o maior accionista da instituição, controlando 16,7% do capital.

Com a autorização do BCE, a Sonangol passa a poder beneficiar da subida do limite de votos de 20% para 30%, alteração inicialmente reclamada pela Fosun. No entanto, primeiro terá de reforçar a sua participação accionista na instituição liderada por Nuno Amado acima do limiar dos 20%. 

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mais votado Anónimo 20.12.2016


ESTADO NÃO DEVE PAGAR REGABOFE DOS LADRÕES FP / CGA


PRINCÍPIO DA CONFIANÇA

Uma leitura cega do princípio da confiança implica, nos dias que correm, violar outros princípios: a justiça e a equidade inter-geracional.

Coloquem-se na pele de um trabalhador no activo: por que razão deve aceitar pagar pensões elevadas quando no seu tempo terá, na melhor das hipóteses, apenas uma reforma de sobrevivência?

Porque deve aceitar hoje sacrifícios extra, quando os pensionistas recusam toda e qualquer mudança?

Os pensionistas representam uma das camadas mais vulneráveis da população e, por isso, devem ser protegidos.
Porém, não são uma realidade homogénea.

Há pensionista que podem e devem dar um contributo mais significativo para ajudar a ultrapassar a crise financeira e económica.

É UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA E MORAL.

comentários mais recentes
Anónimo 21.12.2016

JÁ NÃO VALE EM BOLSA O QUE DEVE AO ESTADO, E AGORA? OS CHINESES VÃO FICAR COM O RESTO POR MAIS 100 MILHÕES E DEPOIS VENDEM O OURO ESCONDIDO POR BILIÕES, PORQUE O VALOR ESTÁ LÁ SÓ QUE O GAROTO ESCONDEU-O O VIGARISTA PORCO SUJO, TENHO-TE UMA RAIVA QUE NEM SABES PULHA MENTIROSO GAROTO LADRÃO. SUJO.

Anónimo 21.12.2016

garoto, já está a fazer conta com mais dinheiro fresco para desaparecer com ele, os chineses vão-te fazer o mesmo que fizeram ao Riciard, no fim de terem aquilo que querem correm contigo, eles sabem bem o vigarista que és por isso fora da carroça, e vais durar pouco tempo vais comer cão envenenado.

Ciifrão 21.12.2016

Estas formalidades são estranhas, não entendo o que o BCE podia fazer mais senão aprovar.

Anónimo 20.12.2016


ESTADO NÃO DEVE PAGAR REGABOFE DOS LADRÕES FP / CGA


PRINCÍPIO DA CONFIANÇA

Uma leitura cega do princípio da confiança implica, nos dias que correm, violar outros princípios: a justiça e a equidade inter-geracional.

Coloquem-se na pele de um trabalhador no activo: por que razão deve aceitar pagar pensões elevadas quando no seu tempo terá, na melhor das hipóteses, apenas uma reforma de sobrevivência?

Porque deve aceitar hoje sacrifícios extra, quando os pensionistas recusam toda e qualquer mudança?

Os pensionistas representam uma das camadas mais vulneráveis da população e, por isso, devem ser protegidos.
Porém, não são uma realidade homogénea.

Há pensionista que podem e devem dar um contributo mais significativo para ajudar a ultrapassar a crise financeira e económica.

É UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA E MORAL.

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